Internet dos Corpos pode reduzir custos de saúde, 5àsec, iFood, Blued & Muito Mais

TENDÊNCIAS GLOBAIS

Internet dos Corpos pode reduzir custos de saúde, mas evidência ainda é escassa

Dispositivos inteligentes que monitoram o corpo humano, coletam informações pessoais e transmitem dados pela internet podem democratizar o acesso aos serviços de saúde e diminuir custos, mas a evidência atual de como estes equipamentos de Internet dos Corpos (ou Internet of Bodies – IoB, em inglês) ainda é insuficiente, segundo um relatório da organização de pesquisa RAND Corporation.

Segundo o relatório “A Internet dos Corpos: Oportunidades, Riscos e Governança”, dispositivos IoB ainda são muito recentes para terem desenvolvido uma base de evidências clínicas em resultados de longo prazo. Por outro lado, o estudo nota que, em 2025, mais de 41 bilhões de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) poderão estar em funcionamento, gerando 2,5 quintilhões de bytes de dados diariamente. Essa explosão nos dispositivos IoT resultará em uma maior popularidade dos dispositivos IoB – que vão desde rastreadores vestíveis de condições físicas e bombas de insulina até balanças conectadas à internet e interfaces cérebro-computador.

Por outro lado, os autores do relatório notam os lados negativos do avanço do IoB, ressaltando que softwares são inerentemente vulneráveis a falhas não-intencionais ou abusos maliciosos. Dispositivos IoB trazem riscos, como violação de privacidade, invasão ou mau funcionamento, que podem ser globais ou de natureza pessoal. O relatório sugere que várias partes interessadas no governo e na iniciativa privada têm um papel compartilhado na abordagem do risco de IoB. Diversas questões políticas, de segurança, legais e éticas em torno da segurança global e nacional, o avanço da segurança cibernética e a garantia de privacidade precisam ser avaliadas conforme a tecnologia evolui. “Compreender os benefícios e riscos desse campo amplo que se cruza com a modificação corporal do tipo ‘faça você mesmo’, produtos de consumo e cuidados médicos é fundamental”, diz o documento.

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76% de prestadores de serviço de campo já trocaram desktop por dispositivos móveis

Levantamento da Zebra Technologies Corporation, empresa de soluções tecnológicas para aumentar a competividade, revelou que 76% dos prestadores de serviço de campo já trocaram o desktop por dispositivos móveis. Em 2025, 93% deles usarão tablets e computadores robustos. Batizada de “O Futuro das Operações de Campo 2025”, a pesquisa ouviu mais de 1.200 tomadores de decisão do mundo inteiro, inclusive do Brasil, dos setores de telecomunicação, construção, agricultura, mineração e manufatura.

Os executivos apontaram como os principais desafios do mercado otimizar tempo de resposta, manter-se dentro do planejado e implementar e se adaptar às novas tecnologias. “Apesar de ser parte do desafio, a expansão do uso de tecnologias móveis é também essencial para a responder aos obstáculos apontados pelos entrevistados. Ao deixarem fluxos de trabalho de campo mais eficientes, os dispositivos móveis otimizam a prestação de serviço como um todo e resultam em uma experiência melhor para o consumidor”, explica o presidente da Zebra Technologies no Brasil, Vanderlei Ferreira.

Os números do estudo comprovam os efeitos positivos: 54% dos entrevistados que já implementaram a tecnologia móvel acreditam que o uso de dispositivos como smartphones, tablets e impressoras aumenta a produtividade. Maior precisão e disponibilidade de equipes também são mencionados como benefícios importantes. O estudo contemplou, ainda, os planos de modernização das empresas para os próximos cinco anos, que serão impulsionados pela disponibilização de redes móveis 5G. Os dados apontam para as principais tendências de curto prazo: até 2025, 95% das empresas ouvidas pretendem trabalhar com monitoramento e prestação de contas remotos, 91% com análise avançada ou preditiva, 89% com machine learning, 84% com realidade aumentada e 75% com veículos autônomos.

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TENDÊNCIAS NACIONAIS

Serviços públicos na nuvem crescem no Brasil durante pandemia

Um novo estudo notou um crescimento expressivo no uso de sistemas baseados na nuvem por parte de organizações do setor público em 2020. Segundo a IPM Sistemas, empresa responsável por criar sistemas de gestão pública, houve um aumento de 307% no número de novos processos digitais – como portais de atendimento ao cidadão e apps do governo – entre janeiro e agosto de 2020 em comparação com o mesmo período em 2019.

PMEs estão melhor preparadas para a LGPD

O preparo para atender às exigências da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é maior entre pequenas e médias empresas do que em grandes corporações. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), 38,31% das grandes companhias estão atualmente em conformidade com as regras, que foram implementadas no mês passado. Por outro lado, 41,67% das empresas de pequeno e médio portes, que possuem entre 20 e 99 empregados, estão de acordo com a LGPD. De forma geral, a conformidade às regras de proteção de dados é um problema: cerca de 60% das 900 empresas pesquisadas não atendem à nova lei. Entre as respondentes, 31,8% já sofreram incidentes de violação de dados nos últimos dois anos e 75,5% realizam coleta de dados considerados sensíveis.

Serviços relacionados aos direitos do trabalhador são os mais utilizados, revela Cetic

Outra pesquisa, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) junto ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mostrou que os serviços públicos online de maior demanda por parte dos cidadãos desde o início da pandemia foram os relacionados ao direito do trabalhador ou previdência social (72%), documentos pessoais (46%), saúde pública (45%) e educação pública (37%). Segundo o estudo “Painel TIC Covid-19”, houve um aumento no percentual de serviços públicos realizados 100% online, sem necessidade de utilização de postos físicos de atendimento, segundo a imagem abaixo:

Divulgação

Investimentos em startups entre janeiro e outubro chega a US$ 2,49 bilhões

As startups brasileiras receberam US$ 2,49 bilhões nos dez primeiros meses de 2020, montante distribuído num total de 338 rodadas. O volume de investimentos já supera em 3% o acumulado no mesmo período do ano passado, quando U$$ 2,41 bilhões foram aportados, segundo o “Inside Venture Capital Brasil”, levantamento mensal realizado pelo Distrito Dataminer, braço de inteligência de mercado da empresa de inovação aberta Distrito. Somente em outubro, o mercado de venture capital nacional movimentou US$ 221 milhões, sustentando 49 aportes em jovens empresas de base tecnológica, dos mais diversos setores. O montante é 258% superior ao investido no mesmo mês de 2019 (US$ 61,6 milhões) e 52% maior do que o realizado no período de 2017 (US$ 144,8 milhões), até então o melhor outubro da história para o setor. Em 2019, o mercado de venture capital movimentou US$ 2,95 bilhões no Brasil. Ainda que resultado de um movimento que vinha crescendo gradativamente, o ano foi atípico, marcado por grandes cheques realizados por fundos estrangeiros. O grupo japonês SoftBank, por exemplo, participou de rodadas que juntas somaram mais de US$ 1,3 bilhão. Gympass, QuintoAndar, Loggi, VTEX e Olist foram algumas de suas investidas. O acumulado de 2020 já representa 84% do total aportado em um ano de recordes.

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CRESCIMENTO

CESAR cresce na pandemia e reforça foco nos Estados Unidos

As demandas amplificadas de digitalização de grandes empresas trouxeram boas notícias para o Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR), uma das organizações-âncora do parque recifense de inovação Porto Digital. O CESAR prevê gerar R$ 177 milhões em receita neste ano, um aumento de mais de 30% em relação a 2019. “As empresas entenderam que sem transformação digital, estão fora do jogo”, diz Eduardo Peixoto, chief design officer da organização, que tem escritórios em Recife, Curitiba, Sorocaba e Manaus, e vai buscar parceiros para reforçar suas redes nestes locais. O centro também tem acelerado as contratações, beneficiando-se do modelo de trabalho remoto. Desde o início da pandemia, adicionou 120 pessoas à sua força de trabalho e planeja contratar mais 100. A grande parte dessas contratações é de funções ligadas às demandas de digitalização do portfólio de 90 clientes, como desenvolvimento de software, ciência de dados e design. Com 24 anos de história, o CESAR se posiciona com o que considera ser uma tríade de diferenciais em relação a outros parceiros de transformação digital: o centro conta com uma universidade com cursos de graduação até o doutorado, a CESAR School. Além disso, conta com um ambiente de experimentação tecnológica e é capaz de fazer melhorias e incrementar estas apostas para criar produtos e serviços robustos. Em 2021, a organização recifense vai enfatizar o trabalho com empresas de segmentos como serviços financeiros, varejo, energia e automotivo. Em termos de tecnologia, uma das áreas de foco é a Internet das Coisas – o centro também é a unidade de IoT da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII). Para 2021, o CESAR também espera gerar mais negócios em mercados internacionais. A organização tem duas diretoras de crescimento, Flávia Nascimento e a ex-Hyper Island Nathalie Trutmann, cujo foco é, respectivamente, o mercado norte-americano e América Latina, além do Brasil.

LEIA MAIS: Embrapii faz chamada para novas unidades e revela próximos passos

Divulgação

Por conta da pandemia, 5àsec tem crescimento de 335% no e-commerce

Especializada no tratamento de roupas e produtos têxteis, a 5àsec já vinha estudando a implantação de seu comércio eletrônico desde 2017. No entanto, com a a aprimoramento da ferramenta no decorrer dos anos e a aceleração da transformação digital por conta da pandemia do novo coronavírus, a empresa se consolidou no ambiente online com diferentes canais de vendas: site oficial, aplicativo, WhatsApp e até armários digitais em condomínios estratégicos. Com isso, assistiu a um crescimento de 335% no e-commerce entre os meses de março a julho de 2020 comparados aos cinco meses anteriores a esse período. Hoje, as 442 lojas físicas espalhadas pelo Brasil estão integradas à plataforma. Para utilizar a ferramenta, basta acessar um dos portais da marca e clicar no botão “lavanderia on-live”. Ao fornecer o CEP, a ferramenta de localização encontra a unidade de rede mais próxima ao cliente e, a partir disso, é só escolher o serviço desejado e aguardar na segurança de casa.

VOLL aposta em viagens corporativas na pandemia para crescer em 2021

A startup de mobilidade corporativa VOLL espera fechar este ano com um crescimento de 45% no faturamento em comparação com o ano passado, e tem a expectativa de triplicar o seu resultado em 2021. A startup fundada em 2017, que tem entre seus investidores a Wayra e Iporanga Ventures, alcançou a marca de 200 mil usuários, com clientes como Itaú, McDonalds, Vivo/Telefônica e Cielo. Segundo a empresa, os negócios estão buscando melhorar processos envolvendo múltiplos fornecedores e tornar mais eficiente a maneira como cada colaborador usa os serviços de mobilidade e alimentação, e isso tem impulsionado o crescimento. Neste mês, a empresa lança uma plataforma que integra viagens e mobilidade corporativa em um só aplicativo, cobrindo aspectos como reservas do hotel e pagamento do transporte e alimentação. O objetivo é ajudar empresas a otimizarem custos, bem como a experiência do usuário e autonomia da empresa contratante.

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O QUE MAIS ESTÁ ACONTECENDO NO ECOSSISTEMA

iFood lança conta digital para restaurantes

O iFood anunciou hoje (4) o lançamento de uma conta digital para restaurantes, exclusiva para estabelecimentos cadastrados na plataforma de entrega de comida. A conta iFood foi desenvolvida pela Movile Pay, braço de pagamentos da Movile, em parceria com a Zoop, fintech investida pelo grupo. A conta, que é integrada a um cartão pré-pago Visa anunciado em agosto, está disponível para os mais de 236.000 restaurantes que operam através da plataforma de delivery. A conta inclui funcionalidades como transferências instantâneas via PIX, pagamento de boletos e cartões, além de transações de crédito, com pré-pagamento de recebíveis do iFood e transações de crédito. Em entrevista exclusiva à Forbes Insider em julho, o CEO da Movile, Patrick Hruby, disse que a tese de crescimento do grupo tem foco em pequenas e médias empresas, em particular oferta de crédito a pequenas e médias empresas. “A oferta de crédito apoiará essa nossa ambição de crescer para expandir [o portfólio] de serviços financeiros, com restaurantes como início para eventualmente expandir [para outros segmentos]. Entendemos que crédito para ajudar a atravessar este momento será uma necessidade muito grande do mercado”, o executivo disse à época.

Getty Images

Shawee e Rocketseat anunciam fusão

A edtech focada em formação de desenvolvedores Rocketseat anunciou a fusão com a empresa de hackathons Shawee. Segundo as empresas, que atuam como parceiras desde 2018 em eventos como o Campus Challenge na Campus Party, o objetivo é formar “a maior plataforma de educação em tecnologia da América Latina”, com foco no lifelong learning, ou seja, o desenvolvimento contínuo de desenvolvedores. Com a fusão, Robson Marques, cofundador e CEO da Rocketseat, permanece no cargo. Rodrigo Terron, CEO na Shawee, passará a ser COO da Rocketseat. As empresas dizem ter formado uma comunidade de mais de meio milhão de programadores e pretende triplicar este número nos próximos três anos.

Chile e Brasil tornam-se parceiros em tecnologia e inovação

Em um evento online que contou com a presença de empresários e representantes dos setores de tecnologia e inovação do Brasil e do Chile, os países sulamericanos oficializaram uma parceria para o desenvolvimento de oportunidades e negócios sustentáveis no comércio de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). O objetivo é estimular o intercâmbio de conhecimento por meio de ações como organização de webinars, criação de plataforma na web para networking, realização de treinamentos e-learning com empresas dos dois países, promoção e divulgação de atividades de pesquisa e criação de escritórios em ambos os territórios. “Também vamos rever o tratado de livre comércio Chile-Brasil e comércio exterior”, diz Izoulet Cortes Filho, diretor de projetos e negócios internacionais da Assespro-PR. “Muitas empresas brasileiras desejam levar sua tecnologia para fora, mas enfrentam um desafio muito grande. Esta parceria com o Chile é muito bem-vinda, pois favorecerá esse movimento. Acredito que essa troca potencializa a diversidade nas empresas, o que é de vital importância para que elas possam se desenvolver de modo sustentável”, finaliza.

Blued lança rede social para público LGBTQIA+ no Brasil

A rede social focada no público LGBTQIA+ Blued anunciou seu lançamento no Brasil. Além de recursos baseados em geolocalização e de conteúdos, o app, que está disponível em versões iOS e Android, também conta com recursos como jogos e bate-papos casuais entre emissores e espectadores de conteúdos transmitidos via streaming através da plataforma. Outro recurso da rede social possibilita encontros através do app, que emparelha usuários e possibilita a visualização de foto, nome e região em possíveis chamadas antes que o usuário decida se quer ou não aceitar os contatos. O Blued tem uma base global de usuários de 54 milhões de usuários e uma média de 6,4 milhões de usuários ativos mensalmente, com operações locais na China, Brasil, Índia, Japão, México, Filipinas, Coreia do Sul, Tailândia, Estados Unidos e Vietnã. A empresa-mãe do app, a BlueCity, se diz a primeira rede social com foco no público LGBTQIA+ a ser listada na bolsa, em julho de 2020, quando levantou US$ 84,8 milhões.

Universidade Zumbi dos Palmares lança o Afroblack

A Universidade Zumbi dos Palmares, referência em inclusão e educação voltadas aos negros, em parceria com sua agência de inovação, a InovaZumbi, lança o portal Afroblack , que também vai funcionar como um marketplace para que os empreendedores negros possam vender e comprar, além de promover o networking e obter informações sobre empreendedorismo. “Temos que dar condições para que o empreendedorismo negro ganhe as dimensões e o potencial merecido. O Afroblack vai contribuir para esta troca de oportunidades, uma vez que é um canal 100% voltado ao empreendedor afro”, diz José Vicente, fundador e reitor da instituição.

Chad Baker/Getty Images

MCTI e EMBRAPII anunciam a maior rede de inovação em inteligência artificial do país

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) se uniram e criaram a Rede MCTI/EMBRAPII de Inovação em Inteligência Artificial, que dizer ser a maior de todo o país na área. A proposta é incentivar o uso de tecnologias de fronteira no processo produtivo da indústria nacional, oferendo um ecossistema de inovação com competências tecnológicas complementares, que contará com recursos não reembolsáveis e centros de pesquisas com infraestrutura e profissionais qualificados para apoiar a indústria a inovar, as chamadas Unidades EMBRAPII. Incialmente, 17 delas vão compor a rede, compartilhando infraestrutura, competências e recursos humanos no desenvolvimento de soluções em diversas áreas: machine learning, internet das coisas, big data e analytics, entre outras. Também serão destinados, em cinco anos, R$ 70 milhões de recursos à rede, sendo R$ 20 milhões com foco em IA aplicado ao setor automotivo e agronegócio. Como o modelo de atuação da Embrapii prevê o co-investimento do setor empresarial, estima-se que a criação da Rede gere cerca R$ 140 milhões em inovações.

Mercado Livre lança MELI Air com frota de quatro aviões no Brasil

O Mercado Livre anunciou que está investindo em uma frota de aviões 100% dedicada à empresa. Com isso, o e-commerce vai reduzir os prazos de envio dos pacotes no Brasil, além de aumentar a capacidade de entregas para o dia seguinte nas compras de produtos armazenados em seus CDs de fulfillment de São Paulo e da Bahia. “Queremos ter a melhor logística do Brasil e aumentar o número de entregas no dia seguinte. A ampliação consistente e robusta da nossa malha logística é decisiva para a manutenção da excelência do atendimento e satisfação do consumidor final – tanto vendedores quanto compradores da nossa plataforma”, diz Leandro Bassoi, vice-presidente da Mercado Envios, braço logístico da gigante da tecnologia. A iniciativa está contemplada no investimento anunciado pela companhia de R$ 4 bilhões no Brasil ao longo de 2020. Além da ampliação da frota própria de entregas, os recursos também serão destinados à instalação de novos centros de distribuição e cross-dockings e ao desenvolvimento de novas ferramentas com o objetivo de reduzir o tempo e o custo de entrega do marketplace.

Parceria entre IFPE e Porto Digital garante programa de residência nas empresas do parque

Os gestores do IFPE – Instituto Federal de Pernambuco e do Porto Digital assinaram um acordo de cooperação técnica para oferta de cursos cobranding de Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Computação Gráfica dos campi de Recife, Olinda e Jaboatão. O objetivo da parceria é formar capital humano para ocupar as vagas em aberto no Parque Tecnológico do Porto Digital. A parte prática dos cursos, chamada de Residência, será realizada em parceria com as empresas embarcadas no Porto Digital e garante uma imersão prática na qual os estudantes resolvem desafios reais das empresas. Para os estudantes, essa vivência possibilitará o desenvolvimento de atividades e conhecimentos abrangentes. As atividades ocorrerão, inicialmente, de forma online e passarão a ser presenciais, assim que as condições de segurança em relação à Covid-19 permitirem. A parceria prevê ainda a incubação, empresas juniores e startups, buscando fomento ao empreendedorismo e criação de novos negócios.

VEJA TAMBÉM: Porto Digital lança iniciativa que oferece wi-fi gratuito à comunidade no Recife

Brasil já tem mais de 45 milhões de bilhetes digitais do DPVAT

Mais de 45 milhões de motoristas brasileiros já podem consultar o seu seguro contra danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, o DPVAT, em formato eletrônico. A geração do documento digitalmente na Carteira Digital de Trânsito (CDT) está disponível desde agosto deste ano, graças a uma parceria entre o Serpro, empresa de TI do Governo Federal, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e a Seguradora Líder, companhia responsável pela administração do DPVAT. A versão eletrônica do bilhete do seguro faz parte das funcionalidades da CDT, que está disponível gratuitamente na App Store e Google Play. Basta seguir as orientações do aplicativo e adicionar o CRLV, documento veicular digital, para ter todas as informações em um único lugar. Os documentos, que possuem fé pública, também podem ser impressos em casa. A autenticidade é garantida pelas informações contidas no QR Code, que podem ser verificadas por qualquer pessoa. Basta baixar o aplicativo Vio, que possibilita a leitura e conferência da validade do documento.

Divulgação

Hughes vai fornecer internet via satélite para o Sertões 2020

A Hughes do Brasil, subsidiária da Hughes Network Systems LCC, será a fornecedora de três antenas de banda Ka que serão utilizadas na edição deste ano do Rally dos Sertões para transmitir imagens ao vivo, abastecer o site com informações da corrida, posição dos pilotos, telemetria e prover internet para a equipe do torneio nos pontos de largada e chegada. A prova deste ano partiu de São Paulo, no dia 30 de outubro, e chegará em Barreirinhas, nos Lençóis Maranhenses, em 7 de novembro. Diferente das demais edições, este ano o percurso do rally avança de “bolha em bolha” ao invés do modelo tradicional de cidade em cidade, sem interação com o público local. Rafael Guimarães, presidente da Hughes do Brasil, considera a competição mais uma oportunidade de levar internet via satélite a todos os cantos do país, principalmente para as famílias que vivem em áreas de difícil acesso, e garantir que as pessoas possam acompanhar em tempo real o trajeto dos pilotos do Sertões.

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INVESTIMENTOS

Startup investe em modelo HUB com centro de distribuição em São Paulo

A Picap, startup colombiana dedicada a soluções de infraestrutura, vai investir, nos próximos seis meses, US$ 1 milhão no modelo Hub, que cria um centro de logística para distribuição de mercadorias, na América Latina. No Brasil, a empresa deve iniciar este tipo de operação a partir de novembro. A central de distribuição ficará na Zona Oeste de São Paulo, entre a Vila Leopoldina e a Lapa, na Marginal Tietê, ponto estratégico para a atender a toda capital paulista. “Estamos entrando num segmento bem competitivo, mas com bastante espaço para crescimento. Temos como diferencial a possibilidade de apresentar um custo menor, um atendimento de qualidade, além de uma tecnologia mais adequada para atuar nesta área”, diz o CEO, Diogo Travassos.

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RECONHECIMENTO

Sinqia é eleita uma das 100 maiores fintechs do mundo pela quarta vez consecutiva

Provedora de tecnologia para o setor financeiro, a Sinqia está, pela quarta vez consecutiva, no ranking IDC FinTechs Rankings Top 100. “Esse reconhecimento reflete não só a assertividade de nossas escolhas estratégicas, mas também o esforço de toda a equipe na busca incansável por soluções diferenciadas e cada vez mais antenadas com os mais elevados padrões de exigência em termos de qualidade na experiência do usuário e investimentos em inovação”, diz Leo Monte, diretor de inovação da Sinqia. O ranking categoriza e avalia as maiores fintechs do mundo, com base em suas receitas em dólares no ano anterior.

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