Grupo Mulheres do Brasil lança oficialmente seu núcleo em Nova York

Criado em 2013, o grupo reúne hoje mais de 100 mil participantes de 122 cidades do Brasil e 39 do exterior, em 22 países.

Redação
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Integrantes do núcleo do Mulheres do Brasil em Nova York

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O grupo Mulheres do Brasil está lançando oficialmente seu núcleo em Nova York. O evento de lançamento acontece na sexta-feira (13), às 17 horas, no horário de Brasília, no auditório da PwC na cidade, e terá a presença de Luiza Trajano, fundadora do grupo e presidente do conselho de administração do Magazine Luiza. 

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Criado em 2013 por 40 mulheres de diferentes segmentos, o grupo reúne hoje mais de 100 mil participantes de 122 cidades do Brasil e 39 do exterior, em 22 países. O objetivo é engajar a sociedade civil na conquista por espaço para as mulheres e melhorias para o país. “Nós acreditamos na força da sociedade civil para transformar um país que vai além do território nacional”, diz  Lilian Leandro, diretora de expansão do grupo. A ideia, segundo ela, é formar uma grande rede de apoio sem fronteiras. 

As executivas que vivem nos Estados Unidos Alejandra Merklen e Andrea Eboli conheceram o Mulheres do Brasil em 2018 e foram as responsáveis por levar o grupo a Nova York, com o intuito de apoiar a comunidade de mulheres brasileiras no país. A aequiteta Eliane Mazzola Garcez, que mora em Nova York há 19 anos, começou a participar em 2019 e, no ano seguinte, juntou-se à liderança do núcleo. “As mulheres que vivem distante de seu país de origem passam por realidades às vezes muito difíceis, seja no campo pessoal ou profissional”, afirma Luiza Trajano. “Nosso impacto começa no acolhimento da mulher brasileira que muitas vezes não sabe como recomeçar sua vida num novo país e se sente sozinha”, diz Alejandra, que é coach de carreira e tem passagem pela Unilever. 

O grupo começou a atuar nos EUA em 2018, mapeando projetos com objetivos semelhantes já existentes, oferecendo parcerias e buscando voluntárias. A partir disso, foram criados projetos em diferentes áreas: arte e cultura, combate à violência contra a mulher, educação, transição cultural, empreendedorismo, integração social, inserção do imigrante, políticas públicas e saúde. Nesse período, as participantes realizaram diversas ações, como a produção de cartilhas, acolhimento de vítimas de violência doméstica, realização de workshops de empreendedorismo e projeto para dar visibilidade a artistas brasileiros. O lançamento do núcleo em Nova York faz parte de uma estratégia de expansão. 

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