JBS passa a contar com Leila Abraham Loria no conselho de administração

Redação
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Divulgação/JBS
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Leila Abraham Loria, agora na JBS, faz parte de um movimento de inclusão da companhia

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A administradora Leila Abraham Loria, atual presidente do conselho de administração do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa), desde ontem (28) também integra o conselho de administração da JBS, segunda maior empresa de alimentos do mundo. O conselho é composto por nove assentos.

Leila é a segunda mulher a ocupar esse tipo de cargo na JBS, que desde o ano passado já conta com Alba Pettengill, experiente profissional que atua no setor de frigoríficos desde 1985. Leila é a primeira fora desse segmento. Sua carreira está ligada a empresas como DirecTV Brasil, Telefônica Brasil, Madeira Energia, Costão do Santinho Resort, Pernambucanas e Copel. Desde 2017, ela também é copresidente da WCD (Women Corporate Directors Foundation), maior organização de mulheres diretoras corporativas do mundo.

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A presença da executiva na JBS faz parte do esforço da companhia em equalizar a diversidade de gênero em todas as instâncias, movimento iniciado com a chegada de Rachel Maia, da RM Consulting, para atuar em temas como equidade de gênero, raça e PCD, entre outros dessa natureza.

Há um longo caminho a percorrer nesse sentido, que vem sendo monitorado no Brasil. O Spencer Stuart Board Index para o país, que traz informações sobre as tendências e práticas de governança, mostra que em 2020 havia apenas 11,5% de mulheres em conselhos de administração nas empresas locais e que o tímido avanço em relação a 2019 foi de apenas 1%. Em média, há uma mulher para cada 7,4 homens nos conselhos de administração de empresas brasileiras. Entretanto, apenas 11 mulheres ocupam cargos de presidente ou vice-presidente nas empresas nacionais.

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O Brasil não fica fora do compasso do cenário global. Uma pesquisa conjunta da Crunchbase, Him For Her e Kellogg School of Management, baseada em dados de 2019 para empresas norte-americanas, mostra que de 200 companhias com cerca de US$ 100 milhões ou mais em financiamento naquele ano, ou avaliadas em mais de US $ 500 milhões, 60% delas não contavam com mulheres no conselho. E do total de assentos, de 1.366 postos, apenas 101 eram ocupados por mulheres, equivalente a 7,4%.

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