Multinacional de automação residencial anuncia plano global de transição sustentável

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Como parte do plano no Brasil, a Nice investiu R$ 100 milhões na construção de um complexo industrial sustentável no interior de São Paulo

A multinacional italiana de automação residencial e segurança eletrônica Nice anunciou recentemente um plano global de transição sustentável com foco na preservação ao meio ambiente e cuidados com a comunidade.

Já em 2021, o primeiro passo da companhia será calcular a sua pegada de carbono – ou seja, a quantidade que gera de emissões de gases de efeito estufa. Este volume será a base para definir novas estratégias e alternativas de produção e para reduzir o impacto da poluição na saúde, água, atmosfera e solo. A intenção da empresa é eliminar (ou pelo menos reduzir significativamente) as emissões de CO2, em alinhamento aos padrões climáticos do Acordo de Paris.

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“Já estamos implementando ações nesse sentido há algum tempo, mas a partir de agora queremos abordar a sustentabilidade corporativa de forma mais orgânica e estruturada. Nosso objetivo é aproveitar as tecnologias inovadoras da Nice para mudar a maneira como fazemos negócios, desenvolvemos e fabricamos produtos e soluções conectadas”, conta Marco Bianchet, diretor global de qualidade e sustentabilidade da empresa e líder do projeto de transição sustentável.

No Brasil, a iniciativa já está em andamento desde 2019, quando a multinacional anunciou um investimento de R$ 100 milhões na construção de um novo complexo industrial sustentável na cidade de Limeira, no interior de São Paulo. O local de 16,5 mil metros quadrados servirá como o “carro-chefe que simboliza o compromisso da empresa com a inovação, o crescimento e a sustentabilidade”, diz o CEO do grupo, Roberto Griffa.

Certificada pelo selo internacional LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental, em português), que reconhece “edifícios verdes”, a fábrica terá 4 mil metros quadrados de painéis fotovoltaicos, capazes de fornecer toda a energia elétrica para a operação nos dias de sol, e um tanque de 500 metros cúbicos para armazenar água da chuva para fins de reutilização.

“Este investimento lançará as bases necessárias para que a empresa cresça ainda mais no Brasil. Além disso, o projeto arquitetônico foca na redução da pegada ambiental, criação de um novo relacionamento com os elementos naturais do entorno e oferta de bem-estar aos nossos funcionários”, explica Leonardo Sanchez, diretor-geral da multinacional no Brasil.

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