Shell solicita licença ambiental para geração de energia no mar do Brasil

O envio do pedido de licença para o Ibama é o primeiro passo para garantir os estudos das áreas, que começarão ainda em 2022.

Reuters
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Campo de energia eólica no mar em Teesside, na Inglaterra

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A Shell anunciou hoje (18) que solicitou licença ambiental para o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais) para realizar geração de energia eólica no mar em seis estados do Brasil.

Os projetos estão localizados nos estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, e a capacidade instalada total será de 17 GW.

O envio do pedido para o Ibama é o primeiro passo para garantir os estudos das áreas, que começarão ainda em 2022.

“A iniciativa demonstra o compromisso da Shell com o Brasil, bem como a materialização da estratégia ‘Impulsionando o Progresso’, centrada nas metas de descarbonização para a transição energética”, disse a companhia em nota.

No início de janeiro, o governo federal editou um decreto que abre espaço para o desenvolvimento da geração de energia eólica em alto mar no país, tecnologia bastante adotada na Europa e que entrou no radar de grandes investidores para projetos no Brasil.

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Além de Shell, outras empresas como Neoenergia e Equinor têm interesse no desenvolvimento de empreendimentos offshore.

O governo afirma que o Brasil possui “excelentes características” para geração eólica offshore, como uma costa extensa, com águas rasas ao longo do litoral, e a incidência dos ventos alísios na região Nordeste, de intensidade e direção constantes.

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