3 lugares fora do Brasil para comprar uma casa em 2019

A recuperação do real e a fraqueza de algumas outras moedas frente ao dólar tende a criar algumas pechinchas em lugares muito atraentes, o que proporciona uma ótima oportunidade para comprar um imóvel em outro país, para lazer ou mesmo para investir.

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Entre esses lugares, estão Colômbia, México e Chile.

Veja, na galeria de fotos abaixo, os atrativos destes três lugares para investir em um imóvel em 2019:

  • Colômbia

    Moeda: peso colombiano

    Há alguns anos, sentei-me em um restaurante recém-inaugurado em uma cidade montanhesa pouco conhecida na Colômbia, Medellín, com um grupo de investidores e empresários para tentar explorar algumas oportunidades. “Os valores das propriedades nesta cidade são subvalorizados”, comentou um dos rapazes que estava jantando comigo. “Acredito que os custos dos apartamentos aqui são mais baixos do que em qualquer cidade cosmopolita do mundo. Isso porque a Colômbia, incluindo Medellín, ainda é mal compreendida. Quando você a menciona, as pessoas tendem logo a pensar em drogas, gangues, Pablo Escobar. É uma percepção errada. A realidade atual desta cidade é muito distante de tudo isso.”

    Assim como no Panamá há alguns anos, a oportunidade hoje em Medellín é para o investidor. É possível comprar quase qualquer coisa na cidade e se sentir confortável com o valor que pode ser ganho logo depois. O mercado do país faz com que seja viável comprar uma casa, por exemplo, com apenas R$ 200 mil.

    Outra oportunidade é para os aposentados. A cidade da primavera e das flores oferece uma opção de aposentadoria muito atraente e competitiva.

    Os cuidados associados à compra na Colômbia estão relacionados aos controles de câmbio e outras restrições burocráticas. Além disso, os impostos são altos. Por outro lado, o país é um dos lugares mais fáceis do mundo para comprar a casa própria: oferece 17 opções de visto e os requisitos são mínimos.

  • México

    Moeda: peso mexicano

    O México é um lugar grande e de má reputação. Essa opinião desfavorável não é totalmente enganosa, pois os cartéis de drogas controlam parte do país, mas não todo ele, e algumas das regiões mais atraentes, tanto para morar quanto para investir, ficam fora das zonas de conflito.

    O país tem duas longas costas, cidades montanhosas e cidades coloniais, além de ruínas maias, selva, floresta tropical, rios e lagos. É também o refúgio “ultramarino” mais acessível dos Estados Unidos.

    Por todas estas razões, o México conta com uma das maiores populações de exilados norte-americanos no mundo. Mais de 1 milhão deles vivem lá, com mais de 500 mil residências no país. Essas pessoas estão desfrutando de um baixo custo de vida atualmente, enquanto os recém-chegados estão tendo a oportunidade de negociar imóveis a ótimos custos.

    São as propriedades a preço de atacado que oferecem aos compradores o maior poder de compra. Mazatlan, na costa do Pacífico, uma cidade com belas praias e um centro colonial espanhol, é um desses mercados.

    O processo para estabelecer uma residência no México é ainda mais fácil do que na Colômbia.

  • Chile

    Moeda: peso chileno

    Com suas modernas rodovias de quatro pistas, comunicações confiáveis ​​e alto padrão de vida, o Chile pode ser uma das transições mais fáceis na América Latina para imigrantes. O país não é de primeiro mundo, mas não está longe disso: é eficiente, bem administrado e seguro. Os serviços de utilidade público funcionam, os ônibus saem na hora certa e é possível passear pelas ruas sem preocupação. Apesar da longa ditadura do general Augusto Pinochet, o Chile hoje é pacífico, estável e próspero.

    Santiago, a capital, foi fundada pelo conquistador espanhol Pedro de Aldivia, em 1540. Na década seguinte, Valdivia expandiu a colônia, fundando La Serena. E essa é uma ótima cidade para se ter um imóvel. Enquanto Santiago é uma cidade grande e moderna, mas com altos níveis de poluição, La Serena tem um céu muito claro.

    A comunidade costeira é mais temperada do que tropical. As temperaturas são agradáveis ​​durante todo o ano.

    Historicamente, a maior desvantagem do Chile para o possível aposentado ou comprador foram os custos, que não conseguiam competir com os de outros destinos da América Latina. No entanto, nas taxas de câmbio atuais, tanto o custo de vida no país quanto o custo de comprar uma segunda casa são bem baixos.

    O Chile é outro país onde o processo de residência é relativamente simples. É possível fazer a inscrição por e-mail e não há requisito de renda mínima.

Colômbia

Moeda: peso colombiano

Há alguns anos, sentei-me em um restaurante recém-inaugurado em uma cidade montanhesa pouco conhecida na Colômbia, Medellín, com um grupo de investidores e empresários para tentar explorar algumas oportunidades. “Os valores das propriedades nesta cidade são subvalorizados”, comentou um dos rapazes que estava jantando comigo. “Acredito que os custos dos apartamentos aqui são mais baixos do que em qualquer cidade cosmopolita do mundo. Isso porque a Colômbia, incluindo Medellín, ainda é mal compreendida. Quando você a menciona, as pessoas tendem logo a pensar em drogas, gangues, Pablo Escobar. É uma percepção errada. A realidade atual desta cidade é muito distante de tudo isso.”

Assim como no Panamá há alguns anos, a oportunidade hoje em Medellín é para o investidor. É possível comprar quase qualquer coisa na cidade e se sentir confortável com o valor que pode ser ganho logo depois. O mercado do país faz com que seja viável comprar uma casa, por exemplo, com apenas R$ 200 mil.

Outra oportunidade é para os aposentados. A cidade da primavera e das flores oferece uma opção de aposentadoria muito atraente e competitiva.

Os cuidados associados à compra na Colômbia estão relacionados aos controles de câmbio e outras restrições burocráticas. Além disso, os impostos são altos. Por outro lado, o país é um dos lugares mais fáceis do mundo para comprar a casa própria: oferece 17 opções de visto e os requisitos são mínimos.

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