Prêmio Woolmark estimula estilistas emergentes a criar de forma sustentável

Finalistas criaram coleções a partir de tecidos biodegradáveis e adotaram processos produtivos mais humanizados e com menor impacto ambiental.

Amanda Tucci
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Carine Roitfeld apresenta o prêmio Karl Lagerfeld

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A agenda sustentável do planeta tem mobilizado as mais diversas áreas do mercado de consumo – e a moda não está fora desse movimento. Um exemplo é a visibilidade dada ao tema durante o prêmio internacional Woolmark, um dos eventos mais importantes para costureiros emergentes, celebrado no dia 17 de fevereiro durante a London Fashion Week.

Os dez finalistas demonstraram seu comprometimento com o tema ao criar coleções a partir de tecidos biodegradáveis, como a lã de merino australiano e outras fibras naturais, além de adotar processos produtivos mais humanizados e com menor impacto ambiental.

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Eles foram julgados por um time de experts que incluía o apresentador Tim Blanks e o estilista Kim Jones.

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Os vencedores, Richard Malone e Emily Adams Bode, e seus modelos

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O irlandês Richard Malone levou o prêmio principal da noite (US$ 130 mil) ao apresentar as roupas de merino produzidas em conjunto com tecelãs da Índia, utilizando técnicas de tingimento natural. A costureira americana Emily Adams Bode ganhou o prêmio inaugural de inovação (US$ 75 mil) criado em homenagem a Karl Lagerfeld, que morreu em fevereiro de 2019, aos 85 anos.

Reportagem publicada na edição 75, lançada em março de 2020

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