Conheça o Eagle Lightweight GT, o carro mais bonito de 2020

Criado pela especialista em Jaguar E-Type, o modelo estilo anos 1960 não deve custar menos de US$ 800.000.

Alistair Charlton
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O novo Lightweight GT não é apenas a restauração de um carro clássico, mas uma modificação ponderada e atenciosa

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A Eagle, especialista britânica em Jaguar E-Type, revelou sua mais recente criação, batizada de Lightweight GT.

Caso você ainda não esteja familiarizado, a Eagle é para o Jaguar E-Type o que a empresa sediada em Los Angeles, Singer, é para o Porsche 911, embora produza muito menos unidades.

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Assim como o 911, o novo Lightweight GT não é apenas a restauração de um carro clássico, mas uma modificação ponderada e atenciosa. O carro tem como inspiração o E-Type Lightweight original de 1963 – e, de fato, um E-Type de série 1 comum é usado como ponto de partida -, mas com mais refinamento.

O resultado é um carro que aparenta ter um desempenho leve, mas com o requinte do estilo GT, com o interior em couro macio e ar condicionado.

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A cabine é toda em couro e possui um sistema de ar condicionado exclusivo.

A empresa explica: “O processo começa com a substituição de todos os painéis por alumínio leve e moderno, mais adequado para o uso na estrada do que o material fino e frágil dos veículos originais”.

Mais de 2.500 horas de trabalho foram dedicadas à carroceria, com artesãos lançando mão da roda inglesa para criar as curvas compactas do carro.

Embora ainda seja reconhecidamente um E-Type – e, portanto, equipado com o DNA de um carro descrito por Enzo Ferrari como o mais bonito do mundo – o Lightweight GT está cheio de mudanças sutis. Isso inclui soleiras mais profundas (o que significa uma posição de assento mais baixa e mais espaço para a cabeça) e maior inclinação da tela dianteira e traseira com vidro sob medida por toda parte.

As cores são um tema à parte. O azul liso, clássico e moderno ao mesmo tempo, contrasta com rodas brancas e com o interior de couro marrom com painel de alumínio.

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O azul liso, clássico e moderno ao mesmo tempo, contrasta com rodas brancas

A potência vem da própria evolução dos 4,7 litros da Eagle em relação ao Jaguar XK, equipado com seis motores que foram montados na época para os E-Type, C-Type e D-Type (ganhador de Le Mans em 1950). A potência máxima é de 380 cv a 5.750 rpm e o pico de torque é de 375 lb ft a 4.000 rpm. Ambos são mais do que suficientes, já que o carro pesa apenas 1.017 kg.

A Eagle também começou a trabalhar para melhorar o cockpit notoriamente apertado do E-Type. O design da base do piso, dos suportes dos pedais e das anteparas traseiras foi ajustado para aumentar o espaço para as pernas, enquanto os novos assentos foram projetados com conforto, segurança e suporte. Algumas partes são impressas em 3D, permitindo mais espaço do que as peças convencionais.

O resultado final é impressionante, tanto na beleza estética quanto na execução de sua engenharia. A Eagle não revelou o preço, mas se levarmos em conta o trabalho anterior, é provável que não saia por menos de US$ 800.000.

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