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10 melhores e piores mestrados para melhorar no emprego

Cursos relacionados a ciência e tecnologia ocupam as primeiras posições do ranking

3 min

Um programa de mestrado pode ser uma ótima maneira de mudar de carreira ou de impulsionar o desempenho na trajetória atual. Porém, é importante pensar muito sobre o proveito que se pode tirar de um diploma como esse antes de fazer o investimento, pois alguns programas de mestrado são muito mais valiosos do que outros.

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O site de pesquisas sobre salários “PayScale” cria, anualmente, um sofisticado ranking com os melhores e os piores cursos de mestrado a partir de sete fatores: salário no início da carreira (pagamento médio para trabalhadores entre zero e cinco anos de experiência); salário no meio de carreira (profissionais com 10 ou mais anos de experiência); crescimento da remuneração; satisfação no emprego; estresse no trabalho; significado do emprego e projeções do mercado de trabalho feitas pela Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos. O site pesa esses fatores igualmente para criar uma nota geral para cada diploma.

Ao analisar informações de 145.536 perfis de salário, o “PayScale” criou duas listas que capturam os 45 melhores e piores diplomas. Engenheiros biomédicos ocupam o 1o lugar. Profissionais desse campo “combinam princípios de engenharia com ciências médicas e biológicas para desenhar e criar equipamentos, dispositivos, sistemas de computador e softwares utilizados na área da saúde”, de acordo com a Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos.

A análise mostra que, no caso dos engenheiros biomédicos, o salário salta de US$ 70.200 por ano no início da carreira para US$ 129.300 depois de dez anos. Esses profissionais também relataram satisfação em seus trabalhos. A Universidade de Boston reporta que alguns ex-alunos de seu programa de mestrado em engenharia biomédica terminaram em empresas como Accenture, Merck, GE Healthcare e Massachusetts General Hospital.

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Na lista dos piores mestrados está o de design gráfico. O pagamento no início e meio de carreira cresce de US$ 51.800 para US$ 68.800, taxa muito menor se comparada ao ranking das áreas com os melhores mestrados. O índice de satisfação também é baixo – apenas 31% dos profissionais dizem estar satisfeitos com seus trabalhos.

Veja, na galeria de fotos, os 10 melhores e os 10 piores cursos de mestrado em relação aos benefícios refletidos no emprego:

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