ESG

9 de novembro de 2025

Redação Forbes

A conferência marca os 10 anos do Paris Agreement e haverá foco em que grau de progresso foi feito, especialmente se os países vão subir sua ambição (as NDCs – contribuições nacionalmente determinadas).

Meta de 1,5 °C e revisão de compromissos

 O tema é recorrente: como cumprir e expandir metas de financiamento, inclusive para adaptação às mudanças climáticas?

Financiamento climático e apoio aos países em desenvolvimento

 A agenda da COP30 destaca a transição para renováveis, uso de bioenergia e inovação industrial.

Transição de energia, indústria e transportes

Dado que o evento será no Pará (região amazônica), esse tópico ganha visibilidade especial: desmatamento, conservação e restauração.

Florestas, oceanos, biodiversidade e uso da terra

Atenção às negociações que ligam agricultura à mitigação/adaptação e às exigências de sustentabilidade nas cadeias.

Agricultura, sistemas alimentares e uso da terra

 Nos dois primeiros dias da COP30, haverá foco nesses temas segundo a agenda temática.

Infraestrutura, cidades, água, resíduos e economia circular

A partir da evidência de que a transição energética/industrial precisa ser socialmente justa – emprego, comunidades vulneráveis e  gênero.

Just Transition, equidade, justiça climática

 A intersecção entre clima e comércio será forte: ajustes de carbono de fronteira, regras de importação “livres de desmatamento”, mercados de crédito.

Comércio, mercados de carbono, integração internacional

A COP30 exigirá clareza sobre indicadores de adaptação, mecanismos de financiamento e como lidar com impactos já em curso (secas, inundações, etc).

Adaptação, resiliência e o objetivo global de adaptação

A presidência brasileira quer deixar estruturado um novo modelo de governança climática. País deve propor a criação de um Conselho Permanente de Implementação Climática vinculado à ONU, além de consolidar o Pavilhão de Ciência Planetária para as próximas conferências.

Governança climática e legado do Brasil após a COP30