
Fundado em 2013 no Canadá, o Rumble é uma plataforma de compartilhamento de vídeos que se destaca por sua política de moderação mais flexível em comparação com concorrentes como o YouTube. A plataforma atrai criadores de conteúdo que buscam um espaço com menos restrições para expressar suas opiniões. O Rumble permite que os usuários paguem para acessar conteúdos exclusivos e oferece programas de publicidade semelhantes aos do YouTube.
Nesta semana, o Rumble, junto com a Trump Media & Technology Group, entrou com uma ação judicial nos EUA contra Alexandre de Moraes, alegando censura ilegal e pedindo que as ordens de bloqueio sejam anuladas. O CEO do Rumble, Chris Pavlovski, afirmou que a empresa não cumprirá as ordens legais de Moraes e que se vê com o ministro “no tribunal”.
Relação com o STF
Recentemente, o Rumble entrou em conflito com o Supremo Tribunal Federal (STF) devido a ordens emitidas pelo ministro Alexandre de Moraes. Em dezembro de 2023, Moraes ordenou a suspensão de contas e a remoção de conteúdos considerados ofensivos.
Em resposta, o Rumble suspendeu temporariamente seus serviços no Brasil, alegando que as ordens de Moraes violam a legislação americana e a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, que protege a liberdade de expressão. A empresa argumenta que as ordens de Moraes representam uma tentativa de impor jurisdição brasileira sobre uma empresa americana sem o aval do governo dos EUA.