Investimento em saúde mental reduz turnover e melhora desempenho, aponta pesquisa

Nos recortes por gênero e idade, as mulheres e jovens de 25 a 34 anos tiveram os piores índices de bem-estar

Martina Colafemina
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Empresas que investiram no bem-estar dos funcionários obtiveram uma boa média em pesquisa que reflete a saúde mental deles

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Investir no bem-estar dos funcionários leva a resultados subjetivos como menor turnover e melhora do desempenho. O IBC (Índice de Bem-Estar Corporativo), pesquisa desenvolvida pela Zenklub levantou dados que comprovam essa percepção. Em uma escala de 0 a 100 que reflete o bem-estar dos entrevistados, as empresas que investem no bom relacionamento com líderes, colegas e na resolução de conflitos obtiveram uma média de 74. 

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A média nacional é de 61,7. No segundo semestre de 2021, era de 49,2. Os dados que mais impactam no índice são a exaustão e a preocupação constante, que mede a capacidade do indivíduo de se desligar completamente do trabalho. No Brasil, a média de exaustão ficou em 48,1. Quanto menor a média, menos exaustos estão os trabalhadores. Em 2021 o índice ficou em 58,7.

A preocupação constante atingiu 41,8. No ano passado, foi de 46,5. “Apesar do número ideal ser, no mínimo, 78, é preciso considerar que não haviam ferramentas para medir algo tão intangível e ainda pouco explorado pelas empresas até a pré-pandemia”, diz Rui Brandão, CEO e cofundador da Zenklub.

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No recorte por gênero, as mulheres tiveram o pior índice de exaustão (53,3), preocupação constante (47,3) e volume de demanda (37,3). Jovens de 25 a 34 anos tiveram o pior índice de exaustão (52,6) no recorte por faixa etária. 

 

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