Leading the future: 6 habilidades de um bom líder

Relembre o que professores e palestrantes do curso já compartilharam sobre suas vivências de liderança até aqui

Martina Colafemina
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D3sign/Getty Images
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O Leading the Future é baseado na ideia de exponencialidade no mundo dos negócios

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O Leading the Future, programa de liderança e empreendedorismo criado pela Forbes em conjunto com a SingularityU, trouxe grandes nomes do mercado para compartilhar suas vivências nas live cases e nas aulas.

Do pensamento ágil, à valorização das práticas do ESG, selecionamos aqui as 6 principais habilidades para o líder do futuro que os convidados e professores compartilharam.

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Compromisso com ESG, por Fabrício Bloisi, CEO do iFood

“Acredito muito que as empresas vão ter impacto positivo na sociedade e vão ser medidas por isso. O que percebo é que as pessoas mais jovens querem comprar e trabalhar para empresas com propósito. E aqui há um motivo pragmático para o ESG ser tão importante: gera times mais motivados, mais conectados e que fazem a empresa funcionar. O que faço para gerar esse engajamento no iFood é não atrapalhar. As pessoas querem trabalhar com ESG, mas as empresas não dão espaço. Fazer isso bem feito pode ser um diferencial para a empresa funcionar melhor”.

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Liderança multiplicadora, por Débora Mattos, gerente-geral da Coca-Cola

“O item mais importante para ser um líder multiplicador é fazer com que a genialidade dos outros apareça, manter a chama da curiosidade acesa. O líder é o que deixa as melhores ideias fluírem e não necessariamente as ideias dele.”

Autenticidade, por Daniel Castanho, presidente do grupo nima

“Ser genuíno é ser íntegro em relação ao que você se propôs a fazer. Temos que tomar cuidado pois com o tempo muitos se desconectam de sua essência. Olhe para você e pergunte: o quanto de você é você mesmo? Acho que essa história de ficar em casa com a pandemia nos fez repensar tudo isso e nos conectarmos com nossa essência. As pessoas perceberam que podem ser elas mesmas.”

Pensamento ágil, por Mic Mann, empresário sul-africano e palestrante da SingularityU

“Precisamos abraçar a mentalidade de crescimento, que diz que você é adaptável e pode aprender coisas novas através de muito trabalho e dedicação. Gosto de dizer que se eu conseguir melhorar 1% a cada semana, até o final do ano já estou 52% melhor. E você pode ter uma mentalidade exponencial, entendendo que pode aprender, adotar tecnologias diferentes e usar novas habilidades nos negócios e na sociedade. Como líderes, precisamos do conceito de aprendizagem escalável, ou seja, aprender com o futuro e uns com os outros, não apenas com o passado. Os líderes precisam estar constantemente aprendendo novas habilidades para permanecer relevantes em sua área. Além disso, precisamos ter senso de empatia, especialmente no trabalho remoto, pois você não consegue ver e sentir seus colegas. Então é importante tentar entender como eles estão e  como você pode ajudá-los.”

Experimentação e colaboração, por Ricardo Cavallini, fundador da primeira agência digital do Brasil e professor da SingularityU

“Quando falamos em cultura maker, estamos falando de uma comunidade que tem usado as novas tecnologias para criar novas soluções. Por que isso é relevante para liderança? A colaboração é uma coisa muito forte na cultura maker e que para as empresas hoje é fundamental. Também tem outras questões como prototipagem, que tem muito a ver com entregar rápido, fazer MVPs (Minimum Viable Product). A diversidade e a multidisciplinaridade são muito presentes na cultura maker e cada vez mais relevantes nas empresas, não só pela questão social, mas também pela questão de inovação. Ter pessoas com  históricos de vida diferentes, com visões de mundo diferentes, é fundamental para inovar”

Nunca deixar de aprender, por Carla Tieppo, neurocientista

“Quando a gente fala sobre pensamento exponencial, estamos falando de uma forma de olhar para as coisas que sai de uma relação de causa e consequência linear e começa a compreender a dinâmica da complexidade. A partir disso, você pode alavancar a forma como você entende o mundo somando conhecimento. E o cérebro é um instrumento de exponencialização, em que você pode complexificar a sua forma de compreender as coisas a ponto de pensar nelas de forma mais abrangente e potente. Isso é importante em um tempo em que os especialistas vão dando lugar aos generalistas, que conseguem ter ideias muito complementares sobre diferentes elementos e conseguem se exponencializar por causa disso.”

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