Katherine Johnson, matemática da Nasa retratada em "Estrelas Além do Tempo", morre aos 101 anos

Ela construiu uma carreira de 33 anos na agência espacial, trabalhando nas missões Mercury e Apollo.

Redação, com Reuters
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 Kris Connor/Getty Images

Katherine Johnson recebendo a Medalha Presidencial da Liberdade do ex-presidente Barack Obama em 2015

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Katherine Johnson, a mulher negra cuja genialidade em matemática a levou de um cargo atrás dos holofotes em uma Nasa segregada a um papel determinante no envio de humanos para a Lua, morreu hoje (24), aos 101 anos, disse a agência espacial.

“Nossa família Nasa está triste ao saber da notícia de que Katherine Johnson faleceu esta manhã aos 101 anos”, escreveu no Twitter o administrador da Nasa Jim Bridenstine. “Ela foi uma heroína da América e seu legado pioneiro nunca será esquecido.”

Katherine recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade do ex-presidente Barack Obama em 2015 e em 2016 ele a citou em seu discurso do Estado da União como um exemplo de espírito da descoberta da América.

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Johnson e suas colegas negras na Nasa eram conhecidas como “computadores” quando esse termo foi usado não para um aparelho de programação eletrônica, mas para uma pessoa que fazia cálculos.

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Elas foram pouco conhecidas do público por décadas mas ganharam reconhecimento quando o livro “Hidden Figures” foi publicado e o filme de mesmo nome – “Estrelas Além do Tempo” em português – chegou às telas e foi indicado ao Oscar de 2016

Katherine teve uma carreira de 33 anos na agência espacial, trabalhando nas missões Mercury e Apollo, incluindo o primeiro pouso na Lua em 1969 e os primeiros anos do programa do ônibus espacial.

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