Mortes por coronavírus no mundo ultrapassam 200 mil

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Desde a primeira morte por Covid-19, em 20 de janeiro, foram necessários 91 dias para que o número de mortos passasse de 100.000, mas apenas mais 16 dias para chegar a 200.000

O número de mortes causadas pelo novo coronavírus ultrapassaram as 200.000 em todo mundo hoje (25), de acordo com levantamento feito pela Reuters, e a expectativa é de que os casos cheguem a 3 milhões nos próximos dias.

Mais da metade dessas mortes foram registradas nos Estados Unidos, Espanha e Itália.

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A primeira morte ligada à doença foi relatada em 10 de janeiro em Wuhan, China. Foram necessários 91 dias para que o número de mortos passasse de 100.000, mas apenas mais 16 dias para chegar a 200.000, de acordo com o relatório da Reuters baseado em relatórios oficiais dos governos.

Em comparação, estima-se que haja 400.000 mortes anualmente por malária, uma das doenças infecciosas mais mortais do mundo.

Os Estados Unidos registraram mais de 52.400 mortes até a manhã de hoje, enquanto Itália, Espanha e França tiveram respectivamente entre 22.000 e 26.000 mortes cada.

Dos 20 países mais afetados, a Bélgica registrou o maior número de mortes per capita, com seis mortes por 10.000 pessoas, em comparação com 4,9 na Espanha e 1,6 nos Estados Unidos.

Cerca de 8% de todos os casos relatados nos Estados Unidos foram fatais, enquanto mais de 10% dos casos registrados na Espanha e na Itália resultaram em mortes.

No entanto, essas taxas seriam consideravelmente mais baixas se o total da infecção incluísse milhares de casos da doença que não são relatados, já que nem todas as pessoas que apresentam sintomas são testadas.

A Ásia e a América Latina registraram mais de 7.000 mortes, enquanto o Oriente Médio registrou mais de 8.800.

O número global de mortes continuou a crescer a uma taxa de 3-4% ao dia nos últimos 10 dias, embora essa taxa tenha diminuído desde o início do mês.

A expectativa é que o número real de mortes seja maior, já que muitos países não incluíram nos dados oficiais mortes registradas em casas de repouso e outros locais fora dos hospitais. (Com Reuters)

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