Quando implementar um processo de governança familiar

A necessidade surge quando há complexidade da gestão do negócio.

Flávia Camanho
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AlexD75/Getty Images
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Definir quem estará envolvido na governança familiar será o diferencial no futuro

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Existe uma frase de Albert Einstein que diz “Nenhum problema pode ser resolvido pelo mesmo estado de consciência que o criou.”

E isso é muito oportuno quando se fala de governança familiar e vou explicar o porquê.

Uma família empresária começa com um fundador, ou irmãos que têm uma boa ideia, ou percebem uma necessidade e começam a trabalhar duro na construção de um negócio.

Ao longo do tempo, enquanto as decisões podem ser tomadas pelos próprios fundadores, normalmente, não existe nenhuma necessidade clara e motivação para iniciar um processo de governança.

A complexidade da gestão vem de alguns movimentos claros e inevitáveis: a necessidade de investidores, a proximidade das próximas gerações, conflitos nas decisões do futuro dos negócios.

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Esses são os motivos mais comuns para o movimento de iniciar o desenho da governança dos negócios.

No início da governança, quem é mais importante que o “o que”. Definir quem estará envolvido será o diferencial no futuro ou não do desenho bem-sucedido do desenho da governança.

Flávia Camanho Camparini é consultora em governança familiar e estratégia de desenvolvimento humano, fundadora do Flux Institute e partner facilitator dos programas do Cambridge Family Enterprise Group e do IBGC.

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