Noticiário brasileiro deve seguir ditando mercados

Paulo Whitaker/Reuters
Sinalização do governo na direção de Paulo Guedes contribuiu para um início de semana positivo nos ativos brasileiros

Enquanto o mundo acompanha os resultados trimestrais de empresas, com o noticiário econômico tendo maior peso de quarta em diante, no Brasil a agenda local segue fervendo.

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A sinalização do governo na direção de Paulo Guedes contribuiu para um início de semana positivo nos ativos brasileiros. Investidores entenderam que o ministro segue forte, o que aumenta a chance de reformas econômicas serem aprovadas no atual mandato.

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O dia começa com o noticiário bem agitado. Novamente surgem informações de que o presidente Jair Bolsonaro, para afagar o ministro Paulo Guedes, congelou o programa Pró-Brasil. Notícia apresentada pela “Folha” hoje (28).

Ainda repercutem temas como o presidente do Senado, David Alcolumbre, trabalhando a ideia de congelar os salários dos servidores por 18 meses gerando uma economia de gastos da ordem de R$ 130 bilhões. Iniciativa seria uma contrapartida para o socorro nos próximos meses aos Estados.

O jornal “O Estado de S. Paulo” garantiu na Justiça Federal o direito de ter acesso aos testes de Covid-19 do presidente Jair Bolsonaro. Ainda sobre o presidente, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello autorizou a abertura de inquérito para apurar declarações do ex-ministro da Justiça, Sergio Moro.

No campo dos indicadores, o IBGE apresentou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que teve variação de -0,01% em abril. Foi o menor resultado para um mês de abril desde o início do Plano Real.

A FGV nos trouxe hoje a Confiança de Serviços. O Índice de Confiança de Serviços (ICS), recuou 31,7 pontos em abril, para 51,1 pontos, atingindo o menor nível da série histórica iniciada em junho de 2008.

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