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Como é um típico dia de realização de lucros

Após fortes altas, movimento costuma ser negativo e investidores aproveitam para embolsar ganhos.

Gustavo Cruz, colaborador da marca
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Heo Ran/Reuters
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As bolsas asiáticas subiram com força após altas no Ocidente na véspera

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Em diversas crises é comum surgir alguma notícia que provoque uma reação forte dos mercados. Algum catalisador que faça com que as bolsas avancem desenfreadamente por um dia. O que ocorre depois, costuma ser chamado de realização de lucros. Após dias com ganhos fracos ou de ativos de risco tendo retorno negativo, investidores aproveitam o dia atípico para embolsar algum lucro.

Hoje (19), o dia tende a ser assim. Seguindo o dia anterior positivo no Ocidente, as bolsas asiáticas subiram com força, ou seja, elas ainda estão um dia atrasadas no movimento descrito acima. O principal motivo são esperanças alimentadas por uma possível vacina para o coronavírus. Na Europa, o mercado tem alguma realização de lucros e recua hoje.

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O destaque negativo também para sinais de deterioração no mercado de trabalho do Reino Unido. Com o pior resultado em 24 anos, a região observou 856.500 buscarem auxílio-desemprego em abril.

Outro ponto é a reabertura de Portugal, que apontou que apenas 2% da população saiu nas ruas com a liberação.

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No Brasil, enquanto o mercado financeiro tenta se entender sobre o feriado antecipado de São Paulo, o presidente do Congresso, David Alcolumbre cancelou o recesso parlamentar de julho. Abrindo espaço para a votação de alguma parte da agenda de reformas.

Utilizando a base de dados do FMI, o IBRE/FGV notou que o Brasil será destaque negativo em termos de crescimento econômico entre 2020 e 2021.

Se as expectativas do Fundo para 190 países forem confirmadas, 82% da amostra terá média de crescimento maior do que a brasileira nestes dois anos.

Para comparar, na crise financeira de 2008 e 2009, o PIB da parcela de países que mostraram taxa de crescimento superior à brasileira foi bem menor, de 35%.

O ponto é importante para entender as razões que afastam investidores estrangeiros do Brasil.

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