Dados de PMI sugerem cenário menos crítico

Andreas Gebert/Reuters
PMI Composto da zona do euro, que engloba os setores industrial e de serviços, subiu da mínima histórica de 13,6 em abril para 30,5 em maio

As principais bolsas asiáticas e europeias operam no campo negativo hoje (21). Investidores estão atentos ao noticiário sobre o coronavírus e receosos com persistentes tensões entre EUA e China.

Novamente temos episódios de autoridades norte-americanas culpando a China pela crise atual, além de especularem medidas restritivas para empresas chinesas em seu território. A bola da vez é bloquear o sistema financeiro norte-americano, evitando a abertura de capital nas bolsas do país, por exemplo.

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A novidade do dia vem dos dados de PMI (Índice Gerentes de Compras) divulgados pelo mundo. Em resumo, eles apontaram que o cenário adiante pode ser menos crítico do que o projetado inicialmente.

Segundo a IHS Markit, o PMI Composto da zona do euro, que engloba os setores industrial e de serviços, subiu da mínima histórica de 13,6 em abril para 30,5 em maio. Resultado acima dos 24 previsto por analistas, mas ainda abaixo do limite de 50, que separa otimismo de pessimismo.

O PMI Composto do Reino Unido subiu da mínima de 13,8 em abril para 28,9 em maio, segundo a mesma instituição.

Por fim, no Japão o mesmo indicador passou de 25,8 em abril para 27,4 na leitura preliminar de maio, segundo a IHS Markit.

No Brasil, destaque para a fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, que indicou que entende ser possível uma transição gradual no auxílio emergencial. A maneira ideal seria postergar o valor após os três meses, mas com valor de R$ 200, não os R$ 600 atuais. No entanto, Guedes reconheceu que seja difícil o Congresso aceitar nesses termos.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, também foi destaque ao reforçar que o câmbio brasileiro existe sob um regime flutuante, mas que poderia aumentar a intervenção caso julgue necessário.

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