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Investidores pisam no freio com questão de Hong Kong

Peso da questão política envolvendo a ilha autônoma da China provocou cautela em alguns mercados.

Gustavo Cruz, colaborador da marca
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Alguns investidores na Europa e na Ásia tomam uma postura mais cautelosa em torno do assunto Hong Kong

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Investidores na Europa e na Ásia caminham para o final da semana com sentimento dividido. Alguns tomam uma postura mais cautelosa em torno do assunto Hong Kong, enquanto outros seguem monitorando reaberturas e pacotes de estímulos fiscais.

As sucessivas crises internas acabam atrapalhando, no âmbito microeconômico, o planejamento das empresas, respingando negativamente na atividade.

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Como era especulado desde a semana passada, a legislatura da China aprovou uma resolução autorizando seu Comitê Permanente a elaborar uma nova lei de segurança nacional para Hong Kong.

A resolução foi aprovada por 2.878 votos a favor e um contra, segundo o jornal chinês “South China Morning Post”.
A medida deve causar novo embate com os Estados Unidos, além de aumentar os protestos de locais. Ontem (27), o Secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, afirmou que Hong Kong já não tem mais autonomia, o que causou desconforto em autoridades chinesas.

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Olhando para o Brasil, em uma vitória do Ministério da Economia, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que garante socorro de R$ 60 bilhões a Estados e municípios, mas fez os vetos recomendados pelo ministério. O principal é o que impede reajustes salariais de servidores públicos até o fim de 2021.

A medida não foi totalmente ilesa, o próprio presidente orientou que diversas categorias ganhassem reajustes nos últimos dias, o que diminuiu a economia com o congelamento dos salários de R$ 130 bilhões para R$ 43 bilhões.

Outro destaque veio da FGV, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 9,4 pontos em maio, para 60,5 pontos. O componente que avalia o quadro atual avançou 1,5 ponto após quatro quedas consecutivas, já o de expectativas cresceu 17,4 pontos.

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