Com piora em NY, Ibovespa fecha em queda e abaixo dos 100 mil pontos

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O volume financeiro somou R$ 28 bilhões

O Ibovespa fechou em baixa hoje (13), perdendo fôlego e o patamar dos 100 mil pontos na segunda etapa do pregão seguindo a piora em Wall Street, com as ações da Ambev e Natura&Co entre as maiores pressões de baixa, enquanto IRB Brasil RE foi destaque positivo.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa encerrou com declínio de 1,33%, a 98.697,03 pontos, na mínima do dia. Na máxima, pela manhã, chegou a 100.857,68 pontos. O volume financeiro somou R$ 28 bilhões.

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A queda vem após duas semanas de alta, período em que o Ibovespa acumulou valorização de 6,6% e recuperou patamar de quatro meses atrás, superando o patamar dos 100 mil pontos pela primeira vez desde março na última quinta-feira.

Em Nova York, o S&P 500 caiu 0,9%, também abandonando o tom mais positivo do começo do pregão, quando prevaleceram expectativas otimistas sobre vacina contra o Covid-19 e números melhores do que o esperado da PepsiCo na abertura da temporada de balanços dos Estados Unidos.

No radar, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, ordenou nesta segunda-feira uma redução maciça da reabertura do Estado, em meio ao aumento de casos do novo coronavírus, fechando bares e proibindo restaurantes com ambientes fechados em todo o Estado, além de fechar igrejas, academias e salões de beleza nos municípios mais atingidos.

Uma das principais preocupações de agentes financeiros tem sido uma segunda onda de casos de Covid-19 que justifique novas medidas de lockdown a ponto de afetar a retomada das economias.

Também no final da tarde, a agência Bloomberg noticiou que a Apple comunicou a funcionários que um retorno total dos escritórios nos Estados Unidos não irá ocorrer antes do final do ano.

No Brasil, na visão do analista Ilan Albertman, da Ativa Investimentos, bancos e petróleo –o Brent caiu 1,2%– também decepcionaram, uma vez que o mercado espera por mais dados econômicos para classificar operacional e financeiramente a posição brasileira no movimento de retomada.

O mercado brasileiro também começou a semana repercutindo anúncio das ofertas de ações de Dimed e Irani, previstas para serem precificadas no dia 22. (Com Reuters)

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