Equipe econômica passa a ver déficit primário de R$ 787,45 bi para governo central em 2020

Cálculo levou em conta uma projeção de queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,7%.

Redação
Compartilhe esta publicação:
ReutersConnect/Bruno Domingos
ReutersConnect/Bruno Domingos

O governo elevou as despesas primárias calculadas para o ano em R$ 229,301 bilhões

Acessibilidade


O Ministério da Economia atualizou hoje (22) sua estimativa para o déficit primário do governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência) a R$ 787,45 bilhões em 2020, conforme relatório de receitas e despesas do terceiro bimestre.

O cálculo levou em conta uma projeção de queda do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,7%, conforme divulgado pela Secretaria de Política Econômica na semana passada. Antes disso, a conta mais recente era de rombo primário de R$ 795,6 bilhões neste ano, ou 11,5% do PIB, mas feita com base em retração de 6,5% da atividade, retirada do boletim Focus à época.

LEIA MAIS: XP diz que ativos sob custódia por agentes autônomos somavam R$ 412 bi no final de maio

No relatório do segundo bimestre, a expectativa era de um déficit de R$ 540,534 bilhões. Por conta do estado de calamidade pública, o governo não precisará cumprir neste ano a meta de déficit primário, de R$ 124,1 bilhões.

No relatório, o governo elevou as despesas primárias calculadas para o ano em R$ 229,301 bilhões, a R$ 1,983 trilhão, principalmente pelos créditos extraordinários adicionais para enfrentamento à crise do coronavírus, como os ligados à extensão por dois meses do auxílio emergencial.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

Para a receita líquida, a conta foi diminuída em R$ 17,615 bilhões, a R$ 1,195 trilhão. (Com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Participe do canal Forbes Saúde Mental, no Telegram, e tire suas dúvidas.

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: