Ant Group recebe permissão para listar ações em Xangai

VCG/GettyImages
VCG/GettyImages

A listagem pode ser o maior IPO do mundo, superando o recorde de US$ 29,4 bilhões da petrolífera saudita Saudi

A fintech chinesa Ant Group recebeu luz verde para registrar sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na bolsa de Xangai, afirmou a CSRC (órgão responsável pelo mercado local) hoje (21), abrindo caminho para um IPO que pode movimentar US$ 35 bilhões.

A Ant, unidade de pagamentos do grupo chinês de comércio eletrônico Alibaba, quer listar ações simultaneamente em Hong Kong e Xangai nas próximas semanas, afirmaram fontes ouvidas pela Reuters.

LEIA MAIS: Tudo sobre finanças e o mercado de ações

A listagem pode ser o maior IPO do mundo (conheça mais sobre os negócios da empresa), superando o recorde de US$ 29,4 bilhões movimentado na oferta da petrolífera saudita Saudi Aramco, em dezembro. A precificação do IPO deve ocorrer em 27 de outubro.

A fintech está buscando vender até 1,67 bilhões de ações classe A, representando 5,5% de seu capital, com uma opção de lote adicional de 15%.

Uma unidade da Alibaba vai subscrever 730 milhões de ações na oferta da Ant. Os recursos serão usados para apoiar os negócios de economia digital da fintech, bem como pagamentos internacionais e melhoria de suas capacidades de pesquisa e desenvolvimento.

LEIA MAIS: Tudo sobre finanças e o mercado de ações

A Ant, maior empresa de pagamentos móveis da China, teve lucro operacional de 118,2 bilhões de yuans (US$17,78 bilhões) em 2020 até setembro, alta de 42,6% em relação ao mesmo período de 2019, segundo o prospecto. (Com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Copyright Forbes Brasil. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, impresso ou digital, sem prévia autorização, por escrito, da Forbes Brasil ([email protected]).