Diretora do FMI diz que EUA e China precisam manter estímulos durante pandemia

Política monetária de ambos países impactaram positivamente as economias ao redor do mundo, concluiu .

Redação
Compartilhe esta publicação:
Vincent Isore IP3 / GettyImages
Vincent Isore IP3 / GettyImages

Política monetária de ambos países impactaram positivamente as economias ao redor do mundo, concluiu

Acessibilidade


Estados Unidos e China precisam manter estímulos para ajudar a acelerar a recuperação da economia global, disse hoje (15) a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva.

O governo dos EUA injetou cerca de US$ 3 trilhões até agora na economia, alavancados pelos empréstimos e garantias do FED, sistema bancário central dos EUA, impactando positivamente as economias ao redor do mundo. Mas as negociações entre o governo Trump e os democratas no Congresso sobre outra rodada de estímulos estagnaram e é improvável que produzam um acordo antes das eleições de 3 de novembro.

LEIA MAIS: Tudo sobre finanças e o mercado de ações

Georgieva disse que a China, a segunda maior economia do mundo, também forneceu um “estímulo potente” para a economia global, a partir de gastos fiscais, política monetária e uma forte recuperação, que criou demanda para países que fornecem commodities e componentes da cadeia de suprimentos.

“É claro que estamos ansiosos para ver que as medidas de amparo para empresas e trabalhadores. Esta é a nossa mensagem principal: não cortem prematuramente essas linhas de amparo”, acrescentou.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

“Até que tenhamos uma saída duradoura da crise de saúde, a recuperação permanecerá desigual e incerta”, concluiu Georgieva. (Com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias

Compartilhe esta publicação: