Liquidez de BDRs cresce quase 60% com liberação da B3, revela XP

Volume médio transacionado em BDRs saiu de R$ 103,3 milhões para R$ 164,7 milhões.

Redação
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Amanda Perobelli / GettyImages
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Volume médio transacionado em BDRs saiu de R$ 103,3 milhões para R$ 164,7 milhões

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A liquidez dos BDRs – sigla para Brazilian Depositary Receipts – aumentou 59% na última semana quando comparado à média de liquidez desses ativos nos 30 dias anteriores. Segundo levantamento da XP Investimentos, o volume transacionado saiu de R$ 103,3 milhões para R$ 164,7 milhões.

Os BDRs são títulos que representam ações de empresas listadas em bolsas fora do Brasil. No rank da XP, os destaques em liquidez são a Alphabet (dona do Google) e a farmacêutica Pfizer, com 186% e 155% de crescimento em volume transacionado, respectivamente.

Na última quinta-feira, os BDRs passaram a ser ofertados para os investidores do varejo na B3. Antes, os produtos eram restritos a investidores profissionais ou qualificados (com pelo menos R$ 1 milhão em aplicações financeiras). “Era exatamente por essa restrição e, portanto, pelo baixo volume de negócios nos BDRs, que se levantava a liquidez como a principal desvantagem desse tipo de investimento. Porém, em apenas uma semana os sinais já evidenciam as mudanças para os BDRs”, explica a equipe de Internacional da XP.

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