Mercados operam no azul com expectativa de acordo fiscal nos EUA e dados positivos da China

Jesada Wongsa EyeEm/Getty Images
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No 3T, o PIB da China cresceu 4,9% em relação ao ano anterior, enquanto o desemprego em áreas urbanas caiu para 5,4% em setembro

Os futuros dos principais índices acionários do mercado norte-americano operam com ganhos na manhã desta segunda-feira (19) apoiados pela expectativa da aprovação de um acordo fiscal no Congresso do país antes das eleições presidenciais, marcadas para 3 de novembro. Às 7h14, horário de Brasília, o Dow Jones subia 0,73%, o S&P 500 tinha alta de 0,82% e o Nasdaq avançava 1,08%.

No fim de semana, a presidente da Câmara norte-americana, Nancy Pelosi, afirmou que para beneficiar a economia nas próximas semanas, um acordo precisa ser firmado até amanhã (20). As negociações entre democratas e republicanos seguem nesta segunda-feira.

Dados positivos sobre a economia chinesa também colaboram para o sentimento no dia. No terceiro trimestre, o PIB da China cresceu 4,9% em relação ao ano anterior, enquanto o desemprego em áreas urbanas caiu para 5,4% em setembro. Os números reforçam a trajetória de recuperação da economia do país, mas não foram bem recebidos pelos investidores em Xangai, em que esperavam resultados ainda melhores para os indicadores. O índice Shangai Composite fechou o dia com queda de 0,71%, enquanto o Hang Seng teve alta de 0,64%, acompanhado do Nikkei subindo 1,11% e do BSE Sensex, com ganhos de 1,12%.

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Acima das expectativas do mercado, a produção industrial da China aumentou 6,9% em setembro sobre o mesmo mês do ano anterior, no sexto mês consecutivo de expansão. Já as vendas no varejo chinês subiram 3,3% no mês passado em relação ao mesmo período do ano anterior. Os dados foram divulgados hoje.

Na Europa, os mercados trabalham no campo positivo: o FTSE 100 avançava modestos 0,02% também às 7h14, acompanhado do DAX crescendo 0,20%, CAC 40 em alta de 0,82%, Stoxx 600 com ganhos de 0,46% e o FTSE MIB, de Milão, valorizando 0,43%. A região, vale lembrar, enfrenta uma segunda onda de contaminações por coronavírus e negociações entre o Reino Unido e o bloco para um acordo comercial após o Brexit. (Com Reuters)

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