BofA vê "céu mais claro" para Petrobras e eleva recomendação para 'compra'

Por volta das 15h15, horário de Brasília, as preferencias da Petrobras subiam 5%, a R$ 26,36 na bolsa

Redação
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REUTERS/Amanda Perobelli
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Por volta das 15h15, horário de Brasília, as preferencias da Petrobras subiam 5%, a R$ 26,36 na bolsa

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O Bank of America elevou a recomendação das ações da Petrobras para ‘compra’, bem como o preço-alvo para R$ 38 no caso dos papéis negociados na B3 (de R$ 28 antes) e US$ 14 para os ADRs transacionados em Nova York (de US$ 10,50 antes), conforme relatório a clientes.

“A melhora no mercado de petróleo deve ser positiva para o fluxo de caixa, o processo de venda de ativos, a redução da dívida e eventuais dividendos mais elevados’, disse o analista Frank McGann, avaliando que um “céu mais claro” prepara o terreno para um melhor desempenho das ações.

Ele acrescentou que o Plano Estratégico de 2021-25, previsto para 30 de novembro, deve trazer mais detalhes sobre o crescimento da produção além de 2021, incluindo dados sobre as mudanças de redução do capex recentemente anunciadas e planos de desenvolvimento de acordo com as metas mais rigorosas da petroleira e objetivos financeiros.

“No geral, acreditamos que isso levará a uma produção menor do que o esperado anteriormente, mas deve fornecer uma perspectiva financeira forte, com concentração em empreendimentos do pré-sal de baixo custo”, afirmou.

Na visão do analista, o aumento do foco em áreas do pré-sal de alto potencial e baixo custo, com custos de extração de até US$ 4/boe e custos totais de desenvolvimento projetados de apenas US$ 21/boe, deve fornecer uma trajetória positiva até 2025, especialmente ajustado para efeitos de quaisquer vendas de ativos incluídos no plano.

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Por volta das 15h15, horário de Brasília, as preferencias da Petrobras subiam 5%, a R$ 26,36 na bolsa, enquanto os papéis ON tinha elevação de 5,4%, a R$ 26,86. Nos EUA, os ADRs da PNs avançavam 6%, a R$ 9,8, e os ADRs das ONs valorizavam-se 6,95%, a R$ 10.

Por volta do mesmo horário, o petróleo Brent ganhava 3,9%, a R$ 47,87 por barril. (Com Reuters)

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