Vacina contra o coronavírus e balanços corporativos impulsionam o Ibovespa

O dólar opera entre a estabilidade e queda contra o real, perdendo 0,02% e negociado a R$ 5,38

Ana Paula Pereira
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O Ibovespa mantém o movimento da sessão anterior e opera com ganhos na abertura desta terça-feira (10), impulsionado pela notícia de testes positivos com a vacina da Pfizer/BioNTech divulgadas ontem e pelos resultados do terceiro trimestre das companhias acima das expectativas dos investidores. Às 10h16, o índice brasileiro ganhava 0,47% aos 103.997 pontos. O dólar operava entre a estabilidade e queda contra o real, perdendo 0,02% e negociado a R$ 5,38 no mesmo horário.

No campo corporativo, além do balanço da BRF, a sessão inclui números da Embraer, Yduqs, Magazine Luiza e Banco BTG Pactual. Nos indicadores, o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) passou a subir 2,67% na primeira prévia de novembro, contra 1,97% no mesmo período do mês anterior, com a inflação ao produtor voltando a pressionar de acordo com os dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas.

Os contratos futuros em Wall Street trabalham em campo misto nesta manhã, em movimento de correção técnica após os ganhos expressivos dos últimos dias, com o Dow Jones futuro ganhando 0,69%, enquanto o S&P 500 futuro tinha queda de 0,23%. O mercado volta a olhar também para a segunda onda de coronavírus: apenas nos EUA, nos últimos sete dias o número de novos casos não fica abaixo de 100 mil infecções/dia.

No cenário político, o presidente Donald Trump segue em batalha judicial pela recontagem e anulação de votos enviados pelo correio em alguns estados. Juízes já descartaram ações no Michigan e na Geórgia, e especialistas dizem que os esforços legais de Trump têm pouca chance de mudar o desfecho da eleição.

Na análise de Luís Felipe Amaral, fundador e gestor da Equitas, para o investidor no mercado de ações, no entanto, os ruídos de curto prazo não devem ter grande impacto sobre os preços, já que os EUA possuem governança e Constituição sólidas. “O investidor deve olhar para o resultado das companhias, para a geração de retorno para os seus acionistas e isso eu acredito que pouco se altera com esses ruídos”, avalia. (Com Reuters)

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