Após a redução de juros da FRS, Dólar cai mais de 12%

Banco de Compensações Internacionais diz que a moeda continua sujeita a grandes oscilações e que pode prejudicar o crescimento para os mercados emergentes.

Redação
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Guadalupe Pardo/Reuters
Guadalupe Pardo/Reuters

Dólar cai mais de 12% em relação às máximas de março

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O Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês) informou hoje (7) que o dólar mais forte pesará cada vez mais nas perspectivas econômicas dos mercados emergentes, principalmente que os países em desenvolvimento assumiram muitas dívidas em dólares na última década. A moeda teve uma redução de 12%, após o Federal Reserve System (FDS), sistema de bancos centrais dos Estados Unidos, reduzir os juros para as mínimas recordes.

No entanto, o BIS disse que o dólar continua sujeito a grandes oscilações e qualquer reversão no sentimento de risco pode fazer com que ele suba e, de certa forma, prejudicará as perspectivas de crescimento para os mercados emergentes.

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Usando dados de 21 economias de mercados emergentes entre 1990 e 2019, os pesquisadores do BIS descobriram que o aumento de 1%l no valor do dólar em relação a uma cesta de moedas levou a uma queda de 0,3% nas perspectivas de crescimento para esses países. A variação de preço evidenciou na pandemia, quando ocorreu o aumento de quase 10% no valor do índice do dólar nos primeiros três meses de 2020.

“As economias de mercado emergentes são particularmente vulneráveis às mudanças no valor do dólar por meio desses canais, tornando a ampla taxa de câmbio do dólar um fator de risco específico”, disse o BIS. (Com Reuters)

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