Ibovespa mantém viés positivo e sobe aos 112 mil pontos

O Ibovespa abre a sessão desta quinta-feira (3) em alta de 0,31%, reforçando o viés positivo da semana e batendo a marca dos 112 mil pontos. O mercado acompanha o resultado do PIB brasileiro no 3º trimestre divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de R$ 1,8 trilhão, em alta recorde de 7,7% na comparação com o trimestre anterior, mas ainda um pouco abaixo das expectativas dos agentes (8,8%). A notícia indica que a recuperação econômica tomou fôlego após queda acentuada em função da pandemia e paralisação das atividades produtivas.

O dólar cedia terreno contra o real logo após a abertura, perdendo 0,67% e negociado a R$ 5,20 na venda, refletindo a fraqueza da moeda norte-americana no exterior em meio a expectativas de mais estímulos econômicos nos Estados Unidos e otimismo em relação à distribuição de vacinas para a covid-19. No plano doméstico, o Banco Central fará neste pregão leilão de swap tradicional para rolagem de até 16 mil contratos com vencimento em abril e agosto de 2021.

Os índices em Nova York abriram a sessão com leves ganhos nesta quinta-feira (3) após a divulgação de dados sobre o mercado de trabalho norte-americano. Os pedidos de seguro desemprego no país caíram para 712 mil na última semana de novembro. Apesar de ainda elevado, o número veio abaixo das expectativas dos agentes e mostra uma tímida melhora no mercado de trabalho.

Também para hoje são esperados dados sobre o PMI de serviços dos EUA. Apesar do arrefecimento no ímpeto altista, o viés ainda é positivo em Wall Street com as perspectivas de vacinas e mais estímulos econômicos pela administração Joe Biden sustentando o sentimento. Às 11h53, horário de Brasília, o Dow Jones avançava 0,20%, o S&P 500 valorizava 0,05% e o Nasdaq tinha ganho de 0,29%.

Na Ásia, as ações chinesas fecharam em queda hoje, com o Shanghai Composite perdendo 0,21%, pressionadas por novas tensões entre Pequim e Washington depois da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovar um projeto de lei que ameaça deslistar as empresas chinesas das bolsas de valores norte-americanas. Tanto democratas, quanto os republicanos ecoaram a linha dura de Donald Trump contra Pequim, que se tornou mais áspera neste ano depois que o presidente culpou a China pelo coronavírus. As relações sino-americanos têm sido um fator importante de influência sobre o sentimento do mercado desde o início da guerra comercial em 2018. (Com Reuters)

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