Wall Street fecha em alta após acordo para o Brexit

Ações da bolsa fecham em alta no pregão reduzido de natal.

Artur Nicoceli
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Mario Tama/GettyImages
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O Dow Jones fechou em alta de 0,24%, o S&P 500 com o rendimento positivo de 0,36% e o Nasdaq com o crescimento de 0,26%

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As bolsas em Wall Street fecharam em alta na véspera do natal, em um pregão de horário reduzido. O Dow Jones fechou em alta de 0,24%, o S&P 500 com o rendimento positivo de 0,36% e o Nasdaq com o crescimento de 0,26%.

Os investidores seguem atentos às decisões tomadas hoje (24) pelos parlamentares dos Estados Unidos de bloquear as tentativas de alteração no pacote de ajuda econômica de US$ 2,3 trilhões. Eles argumentaram que a exigência feita pelo presidente dos EUA, Donald Trump (R), de mudar a legislação, colocaria em risco a ajuda a milhões de estadunidenses.

Ao mesmo tempo, a presidente da Câmara norte-americana, Nancy Pelosi (D), declarou que a Casa realizará, na próxima segunda (28), uma votação sobre o aumento do auxílio emergencial de US$ 600, para US$ 2 mil, pedido por Trump.

A agitação na Câmara cria uma ameaça à assistência necessária para milhões de norte-americanos e levanta a perspectiva de uma paralisação parcial do governo, no momento em que as autoridades estão tentando distribuir duas vacinas contra o coronavírus.

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O antigo continente também se tornou o foco dos investidores, após o Reino Unido ter chegado na manhã de hoje a um acordo comercial com a União Europeia (UE), há uma semana do Brexit. A decisão, que entrará em vigor no dia primeiro de janeiro de 2021, marca o fim de meses de negociações tensas entre o país e a UE.

Nas últimas 24 horas, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von Der Leyen, falaram várias vezes ao telefone, já que os direitos de pesca continuavam sendo um grande obstáculo ao acordo. Os negociadores analisaram cada uma das principais espécies de peixes, linha por linha, para determinar a quantidade máxima que os barcos britânicos e da UE poderiam pescar por cerca de cinco anos, segundo autoridades da União Europeia e do Reino Unido.

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