Pedidos de seguro-desemprego nos EUA têm queda moderada

Número fica abaixo das previsões de especialistas

Redação
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REUTERS/Bryan Woolston
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Os pedidos iniciais totalizaram 900 mil, em dado ajustado sazonalmente

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O número de norte-americanos que deram entrada em novos pedidos de seguro-desemprego diminuiu modestamente na semana passada, enquanto a pandemia de coronavírus se espalhava pelo país, aumentando o risco de um segundo mês consecutivo de perda de empregos.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 900 mil, em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 16 de janeiro, contra 926 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho hoje (21). Economistas ouvidos pela Reuters previam 910 mil pedidos na última semana.

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As infecções descontroladas por coronavírus estão interrompendo operações em empresas como restaurantes, academias e outros estabelecimentos nos quais multidões tendem a se reunir, o que reduz as horas de muitos trabalhadores e empurra outros para fora do mercado de trabalho.

Os consumidores também estão em casa, o que leva a um enfraquecimento da demanda. O coronavírus infectou mais de 24 milhões de pessoas nos EUA, com um número de mortos que ultrapassa 400 mil, contados desde o início da pandemia no país.

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Parte da elevação nos pedidos de auxílio-desemprego reflete pessoas que se inscreveram novamente para receber benefícios, após a recente renovação (até 14 de março) pelo governo, de um complemento de US$ 300 em renda para desempregados, como parte da mais recente medida de alívio à pandemia.

Os programas financiados pelo governo para autônomos, trabalhadores temporários e outros que não se qualificam para os programas de auxílio-desemprego, bem como aqueles que já gastaram todos os seus benefícios, também foram estendidos no estímulo fiscal de quase US$ 900 bilhões. (com Reuters)

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