Preços do petróleo sobem com dados da China e desvalorização do dólar

Há também uma crescente expectativa de demanda diante do pacote relacionado ao coronavírus, prometido por Joe Biden.

Redação
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Angus Mordant/Reuters
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O dólar recuou após o chairman do Banco Central dos Estados Unidos (Fed, em inglês), Jerome Powell afirmar que o banco central dos EUA não elevará a taxa de juros no futuro próximo.

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Os preços do petróleo subiram ontem (14), impulsionados pela desvalorização do dólar e por sinais de alta de dados sobre importações chinesas, embora ainda sofram pressão de temores relacionados ao aumento no número de casos de coronavírus na Europa e à imposição de novos lockdowns na China.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em alta de US$ 0,36, ou 0,6%, a US$ 56,42 por barril, enquanto o petróleo dos Estados Unidos (WTI) avançou US$ 0,66, ou 1,3%, para US$ 53,57 o barril. O índice do dólar recuou após o chairman do Banco Central dos Estados Unidos (Fed, em inglês), Jerome Powell, dar entrevista em tom “dovish”, e afirmar que o banco central dos EUA não elevará a taxa de juros no futuro próximo.

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O dólar mais fraco faz com que o petróleo, precificado na divisa norte-americana, fique mais barato para os detentores de outras moedas. Há, também, crescentes expectativas de demanda diante do amplo pacote de alívio relacionado ao coronavírus nos EUA, que foi apresentado pelo presidente eleito Joe Biden ontem (14).

“Com os valores da energia ganhando força com a desvalorização do dólar hoje, o mercado do petróleo conseguiu avançar no final da sessão, em linha com o fortalecimento do mercado acionário”, disse Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch and Associates. (com Reuters)

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