Receita da Fórmula 1 recua US$ 877 milhões em 2020 por pandemia

Temporada contou com 17 corridas, a maioria sem espectadores.

Redação
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Bryn Lennon/Reuters
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O rendimento da F1 foi de US$ 1,145 bilhão, menos do que os US$ 2,022 bilhões anteriores

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A receita da Fórmula 1 sofreu um recuo de US$ 877 milhões no ano passado, diminuindo 43% em consequência da pandemia de Covid-19, noticiou a proprietária Liberty Media hoje (26).

O rendimento foi de US$ 1,145 bilhão, menos do que os US$ 2,022 bilhões anteriores, em um ano que contou com 17 corridas, a maioria sem espectadores, e no qual eventos destacados, como Mônaco e Singapura, foram cancelados.

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O ano anterior teve 21 provas. Para 2020, 22 haviam sido planejadas, e em 2021, 23 estão no programa.

O esporte relatou uma perda operacional anual de US$ 386 milhões, sendo que o lucro anterior foi de US$ 17 milhões, e as dez equipes compartilharam US$ 711 milhões – US$ 301 milhões a menos do que no ano anterior e uma queda de 30%.

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As principais fontes de renda da F1 são taxas de promoção de corridas, acordos de transmissão, anúncios e patrocínios.

“Devido ao número reduzido de corridas, à duração da temporada e à quase ausência de público, não surpreendeu que a renda primária tenha declinado”, disse o novo executivo-chefe, Stefano Domenicali.

Mas ele disse que seu antecessor, Chase Carey, deixou fundamentos robustos para um crescimento futuro e que o esporte está bem posicionado com os parceiros comerciais.

A próxima temporada começa no Bahrein em 28 de março. (Com Reuters)

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