Recriação do auxílio emergencial é viável com orçamento de guerra, diz Mourão

Adriano Machado/Reuters
Adriano Machado/Reuters

Governo analisa continuar com o auxílio de quarto parcelas entre R$ 200 e R$ 250

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou na manhã de hoje (12) que o governo tem duas alternativas para a recriação do auxílio emergencial, são elas: cortar o orçamento atual ou abrir um crédito extraordinário dentro de um novo Orçamento de Guerra.

Perguntado se a reação do mercado não seria muito negativa com a recriação do Orçamento de Guerra (no caso de situação de calamidade pública, o governo pode acionar para ser autorizado a descumprir as regras fiscais), essa medida também foi aprovada ano passado para que o governo pudesse usufruir além do teto de gastos com medidas de combate à epidemia.

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O governo estuda um novo auxílio com três ou quatro parcelas de R$ 200 a R$ 250, a serem pagas para pessoas desempregadas e que também não sejam atendidas por outros programas sociais do governo, como o Bolsa Família.

“A gente acredita que em quatro meses nós tenhamos uma produção de vacina capaz de começar um processo de imunização consistente. Então, o presidente será obrigado a auxiliar essa gente (população que necessita de auxílio).”

De acordo com o ministro, créditos extraordinários, que também podem ficar fora do teto de gastos, demorariam hoje mais tempo que aprovar a PEC. (Com Reuters)

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