Forbes Radar: Mosaico, Sabesp, Bradespar e outros destaques corporativos

Últimas notícias sobre: Isa Cteep, Cielo, Smiles, Telefônica Brasil, Allied e BR Properties.

Artur Nicoceli
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O Forbes Radar de hoje (26) apresenta os resultados trimestrais da Mosaico que fechou o quarto trimestre com o lucro líquido de R$ 26 milhões, uma queda de 57,2% em relação ao mesmo período de 2019 (R$ 62 milhões) e o lucro líquido da Sabesp que caiu de R$ 3,3 bilhões em 2019 para R$ 973,3 milhões em 2020, apresentando uma redução de 71,1%.

O conselho de administração da Bradespar aprovou o pagamento de R$ 1,16 bilhão em proventos.

Veja estes e outros destaques corporativos do dia:

Mosaico (MOSI3)

O lucro líquido da Mosaico no último trimestre de 2020 ficou em R$ 26 milhões, o que em 2019 era de R$ 62 milhões, havendo uma redução de 57,2%. O lucro líquido de 2020 fechou em R$ 60,4 milhões, em 2019 era de R$ 63,9 milhões, resultando em uma queda de 5,5%.

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O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado no quarto trimestre caiu 45,3%, pois, o último trimestre de 2019 era de R$ 22,8 milhões e 2020 fechou em R$ 12,5 milhões. Já o Ebitda anual saiu de R$ 26 milhões em 2019 para R$ 71,5 milhões no ano passado, representando um crescimento de 174,7%.

De acordo com a companhia, a integração do Zoom e do Buscapé foram responsáveis pela queda no lucro líquido da companhia e pelo crescimento do Ebitda, ao mesmo tempo.

Sabesp (SBSP3)

O lucro líquido anual da Sabesp caiu 71,1% entre 2019 (R$ 3,3 bilhões) e 2020 (R$ 973,3 milhões). O Ebitda ajustado do ano passado ficou em R$ 6,4 bilhões, o que no ano anterior era de R$ 7,5 bilhões, havendo uma redução de 14,5%.

O lucro líquido do último trimestre também protagonizou queda, o que era em 2019 R$ 1 bilhão, em 2020 fechou com R$ 831 milhões, uma redução de 21,3%. Já o Ebitda trimestral subiu 6,9%, o quarto trimestre de 2020 ficou em R$ 1,8 bilhão, contra os R$ 1,7 bilhão em 2019.

ISA Cteep (TRPL4)

O conselho de administração da ISA Cteep aprovou a remuneração de dividendos no valor de R$ 524 milhões, correspondente a R$ 0,7959 por ação. Os ativos passarão a ser negociados como “ex” em 31 de março e o pagamento ocorrerá em 21 de maio.

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Cielo (CIEL3)

O conselho de administração da Cielo aprovou a abertura de um novo programa de recompra de ativos, por meio do qual a empresa adquiriu 7 milhões de ações ordinárias. Os papéis tem vigência entre 06 de abril e 12 de abril.

De acordo com a companhia, “a aquisição tem como objetivo fazer frente aos compromissos assumidos pela Cielo no âmbito dos programas de remuneração, retenção e incentivo de seus colaboradores e administradores.”

Smiles (SMLS3)

A Smiles aprovou a remuneração de dividendos no valor de R$ 500 milhões, correspondente a R$ 4,02 por ação ordinária.

A partir do dia 31 de março serão negociados em “ex” e o pagamento acontecerá em uma data a ser definida pela diretoria da companhia.

Bradespar (BRAP4)

O conselho de administração da Bradespar aprovou o pagamento de R$ 1,16 bilhão em proventos, sendo R$ 915 milhões em dividendos (R$ 2,47 por ação) e R$ 245 milhões em JCP (juros sobre capital prórpio), o equivalente a R$ 073 por papel, havendo redução de imposto de renda na fonte.

Os proventos serão pagos em 12 de maio para acionistas posicionados até 31 de março.

Telefônica Brasil (VIVT3)

A Telefônica Brasil, dona da marca Vivo, informou ontem (25) que assinou um acordo com a administradora de programas de fidelidade Dotz.

Alguns acionistas da Telefônica terão o direito de receber uma fatia minoritária da Dotz, a depender do atingimento de metas acordadas.

“Através desta iniciativa, a Vivo reforça seu posicionamento como um hub de serviços digitais, alavancando-se na capilaridade de seus canais de venda e força da marca, para oferecer serviços e benefícios a seus clientes em diferentes áreas, além de aumentar a participação da companhia em negócios de alto valor”, afirmou a Telefônica Brasil.

O anúncio ocorre pouco mais de um mês após a Dotz, que opera programas de recompensas em parceria com emissores de cartão de crédito, supermercados e farmácias, ter pedido a abertura de capital.

Com sede em Belo Horizonte (MG), a Dotz afirmou então que pretendia usar os recursos do IPO para comprar empresas e desenvolver seus negócios.

Allied

A companhia de tecnologia Allied, que tem como controlador a gestora de fundos private equity Advent International, solicitou a abertura de capital tendo a possibilidade de levantar o montante de até R$ 517,5 milhões.

Segundo um documento à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de ontem (25), tanto a Allied quanto seus acionistas pretendem vender ações na oferta.

A Allied usará os recursos para abrir novas lojas, impulsionar seus negócios de financiamento, investir em plataformas de tecnologia e adquirir empresas.

A companhia planeja precificar suas ações entre R$ 20 e R$ 26 cada. O preço final será definido em 7 de abril. O BTG Pactual, Bradesco BBI, Itaú BBA e XP Inc. são os coordenadores do IPO.

Adquirida pela Advent em 2014, a Allied oferece distribuição, vendas no varejo e serviços de produtos de tecnologia.

BR Properties (BRPR3)

A BR properties celebrou um contrato na noite de ontem (25) com o fundo de investimento imobiliário Core Metrópolis para alienação total da participação nos Edifícios Souza Aranha I e Souza Aranha II, localizados em São Paulo (SP) e Porto Alegre (RGS), respectivamente. O valor contratual foi de R$ 63,7 milhões.

(Com Reuters)

Calendário de divulgação dos próximos resultados:

  • PDG Realt ON (PDGR3) – 26 de março
  • Inter Construtora (INNT3) – 26 de março
  • Biomm (BIOM3) – 26 de março
  • PDG Reality (PDGR3) – 26 de março

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