Forbes Radar: Via, Eletrobras, Infracommerce e outros destaques corporativos

No Forbes Radar de hoje (26), a Hypera dá continuidade a série de resultados trimestrais do primeiro trimestre. A companhia fechou os três primeiros meses do ano com o lucro líquido de R$ 305,1 milhões, 28% acima dos R$ 238,2 milhões de 2020.

Começa nesta segunda-feira o período de reserva de BDRs da G2D Investments, enquanto hoje também é o último dia para os pequenos investidores demonstrarem interesse pelas units do Banco Modal e pelas ações da Infracommerce e Boa Safra Sementes.

Veja estes e outros destaques corporativos do dia:

American Express (AXPB34)

A American Express superou as estimativas de lucro trimestral ao liberar mais de US$ 1 bilhão em provisões que reservou para cobrir potenciais perdas com empréstimos para lidar com a pandemia de Covid-19.

A perspectiva para as empresas de cartão de crédito está melhorando à medida que estímulos do governo e o lançamento de vacinas alimentam uma recuperação econômica global, ajudando a indústria a se recuperar de uma queda causada pela pandemia nos gastos não essenciais do consumidor no ano passado.

A AmEx divulgou um efeito positivo de US$ 675 milhões no primeiro trimestre, com a liberação de US$ 1,05 bilhão de suas reservas para perdas com empréstimos. Ela havia feito provisão de US$ 1,7 bilhão um ano antes.

O lucro líquido subiu de US$ 0,41 por ação um ano antes para US$ 2,74 por ação. Os analistas esperavam US$ 1,61, de acordo com dados do IBES da Refinitiv.

A receita total da AmEx, excluindo despesas com juros, caiu 12%, para cerca de US$ 9 bilhões.

Hypera (HYPE3)

A Hypera anunciou o lucro líquido de R$ 305,1 milhões no primeiro trimestre de 2021, 28,1% acima que o lucro líquido de 2020, R$ 238,2 milhões. O Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de janeiro a março ficou deste ano ficou em R$ 362 milhões, 45,6% que o do ano passado (R$ 248,7 milhões).

A companhia justificou o aumento no lucro líquido alegando o crescimento na venda do portfólio de medicamentos, “. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pela contribuição para a receita líquida do portfólio de medicamentos adquirido da Takeda e da família Buscopan, e pelo crescimento orgânico de 11,5% do sell-out ou 2,0 pontos percentuais acima do crescimento do mercado”

SulAmerica (SULA11)

Os fundos de Previdência Privada da SulAmérica alcançaram R$ 9,4 bilhões em reservas no fim de dezembro de 2020 – alta de 17,2% em relação a igual período do ano anterior. As receitas dos produtos PGBL e VGBL aumentaram 15,7% e 10,6 %, respectivamente, expandindo as receitas operacionais do segmento em 12% frente a 2019. O resultado foi impulsionado, principalmente, pelo saldo positivo de portabilidade líquida de cerca de R$ 700 milhões no ano.

“Trabalhamos com um propósito claro de melhorar a vida das pessoas oferecendo as melhores soluções do mercado, o que significa atender nossos clientes, de diversos perfis, em seus variados momentos de vida. Para isso, investimos sempre na diversificação e personalização dos nossos produtos, sejam eles para a saúde física, emocional ou financeira”, conta Solange Zaquem, diretora Comercial da SulAmérica.

A executiva atribui a conquista também aos principais parceiros de negócios da companhia, os corretores de seguros. “A atuação consultiva dos nossos parceiros auxilia os consumidores a chegarem cada vez mais perto da Saúde Integral, que é o equilíbrio necessário para se viver plenamente no presente e no futuro. Nossa missão é potencializar essa abordagem e mantê-los sempre atualizados em relação ao nosso portfólio e ao cenário macroeconômico, por meio dos nossos canais de comunicação e plataforma de treinamentos”, conclui.

Vale (VALE3)

A mineradora Vale deverá registrar um significativo aumento nas receitas trimestrais quando publicar seu balanço, em 26 de abril.

A média das estimativas de cinco analistas para os resultados da empresa mostra expectativas de aumento de 87,4% na receita, para US$ 13,12 bilhões, acima dos US$ 7 bilhões previstos em igual período do ano passado, segundo dados da Refinitiv.

Conforme o levantamento, o lucro da Vale deve atingir US$ 1,05 por ação. No mesmo período do ano passado, a companhia registrou lucro de US$ 0,07 por papel.

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Trisul (TRIS3)

A Trisul divulgou a prévia de seus resultados operacionais do primeiro trimestre. O destaque fica por conta das vendas brutas que totalizaram R$ 188,5 milhões, um aumento de 21% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Já as vendas líquidas totalizaram R$ 177,2 milhões no trimestre, um aumento de 33% ante o mesmo período de 2020. Sobre os lançamentos, foram R$ 328 milhões em VGV (valor geral de vendas) nesse período, relacionados aos empreendimentos Oscar Itaim e Vista Campo Belo. O VSO (vendas sobre oferta) trimestral (em unidades) registrou 21%.

O landbank total no final de março somava R$ 5,4 bilhões, “o que está dentro do planejamento da companhia, que conta majoritariamente com terrenos de médio e alto padrão nas zonas Sul e Oeste de São Paulo”, informou a Trisul.

C&A (CEAB3)

A C&A Brasil tem aproveitado o período de fechamento forçado de lojas físicas causado pela fase mais aguda da pandemia para investir em digitalização de processos e na logística para ficar pronta para a retomada das vendas quando a vacinação contra Covid-19 se consolidar no país.

Ao mesmo tempo em que a varejista busca inserir análise de dados em todos os processos decisórios, ela está investindo em soluções logísticas que incluem a troca do sistema de gestão de seus centros de distribuição, que deve ter a sua implementação finalizada até o final do ano.

A C&A Brasil opera cinco centros de distribuição, sendo um deles com unidade compartilhada para operações das lojas físicas e online.

Com a atualização do sistema dos CDs (centros de distribuição), estratégia que acompanha os investimentos em logística que está sendo implementada por grandes redes de varejo do país, a C&A Brasil espera ganho de eficiência, podendo gerenciar em tempo real o estoque e funcionários.

Os CDs do Estado de São Paulo serão os primeiros a adotar o novo sistema de gestão, o Manhattan Active Warehouse Management.

A varejista também começa a montar a partir de meados deste ano robôs para automatizar funções em seus centros de distribuição. Os equipamentos poderão trazer os itens comprados por clientes online até o operador da mesa de montagem de pedido.

O novo sistema de robôs será implementado inicialmente somente no centro de distribuição do e-commerce da companhia localizado em Cotia (SP). A previsão é que o sistema esteja operacional até o final do ano.

Segundo a diretora de relações com investidores da companhia, Roberta Noronha, a C&A também está ampliando a implementação das etiquetas com tecnologia RFID (identificação por radiofrequência) nos produtos, o que espera finalizar em 2022. Para 2021, a companhia busca fechar com 50% a 60% das categorias de produtos identificadas com o sistema. Em média, segundo a C&A Brasil, a tecnologia permite contabilizar mais de 500 peças por minuto, acelerando a tomada de decisões.

A executiva também citou que a divisão de transportes da companhia – que até 2020 tinha os Correios como principal provedor logístico – está em processo de mudança, com a C&A Brasil trazendo mais parceiros para movimentar seus produtos.

Usiminas (USIM5)

A Usiminas deve voltar a elevar preços de aço no Brasil nos próximos meses, diante do cenário ainda aquecido de demanda e recomposição de estoques de clientes aliado à alta do dólar contra o real e nos preços internacionais da liga, que mantêm negativa a diferença de valores entre o material importado e o produto nacional.

“A tendência de preços ainda é positiva para os próximos meses. O objetivo de prêmio da Usiminas é de algo em torno de 10% e atingimos isso ao longo do primeiro trimestre”, disse o vice-presidente comercial da maior produtora de aços planos do país, Miguel Camejo, em videoconferência com analistas e investidores.

“Mas o mercado continuou evoluindo e hoje estamos com paridade negativa em torno de 3% a 5%”, acrescentou. Segundo ele, os preço de aço da Usiminas, controlada pelos grupos Ternium e Nippon Steel, já foi 5% maior no fim de março que a média do primeiro trimestre.

O presidente da Inda, entidade que representa distribuibuidores de aços planos, Carlos Loureiro, afirmou nessa semana que desde o início do ano, os reajustes nos preços de aço das usinas ao setor somam cerca de 35%, com o mais recente de entre 10% a 12%. No ano passado, os preços do aço ao segmento subiram cerca de 90%.

Boa Safra Sementes (SOJA3)

Termina no pregão desta segunda-feira a reserva de ações para pequenos investidores da Boa Safra Sementes. Como todas as ofertas de IPO, o valor mínimo de investimentos é de R$ 3 mil e o máximo é de R$ 1 milhão.

Foi estabelecido o intervalo indicativo de preço por ação entre R$ 9,90 e R$ 12,60. Considerando o preço médio do ativo em R$ 11,25 e a oferta-base de 40,4 milhões, a operação pode movimentar R$ 454,5 milhões (sem considerar o lote adicional de 8,1 milhões de papéis e um lote suplementar de 6,1 milhões).

O montante levantado será dividido em: crescimento orgânico e inorgânico (50%)e para reforço de capital de giro (50%).

A empresa irá precificar a ação amanhã (27) e está com estreia prevista na B3 para quinta-feira (29).

Via (VVAR3)

A antiga Via Varejo informou ao mercado que irá mudar de nome para Via. Na semana passada, a Via também informou que sua rede Pontofrio também seria apenas Ponto.

De acordo com a companhia, “para ir além do varejo, a Via mudou sua marca. Via-Imagina Caminhos, o novo posicionamento da empresa reforça a estratégia da companhia de ser reconhecida como a melhor Via de compras de todos os brasileiros.”

Infracommerce (IFCM3)

Hoje também é o último dia para reservar as ações da Infracommerce. A companhia estabeleceu o intervalo indicativo de preço por ação entre R$ 22 e R$ 28.

Considerando o preço médio por ativo de R$ 25 e a oferta-base de 79,3 milhões de ações, a Infracommerce pode levantar R$ 2 milhões, sem considerar o lote adicional de 3,4 milhões de papéis e um lote suplementar de 11,9 milhões.

Com o montante levantado, a companhia irá dividir o valor em: aquisições estratégicas (75%), aquisição de bens materiais, pesquisa e desenvolvimento e despesas comerciais (20,8%) e pagamento de dívida (4,2%).

O valor será fixado amanhã (27) e a empresa está com a estreia na B3 prevista para quinta-feira (29).

GetNinjas (NINJ3)

A GetNinjas, plataforma digital de profissionais autônomos, definiu a faixa de preço de sua oferta pública inicial de ações entre R$ 24,90 e R$ 33,50 segundo prospecto disponibilizado ao mercado.

A operação envolve distribuições primária e secundária, com os acionistas vendedores sendo Saint-Gobain, Tiger Global, Monashees e KV GN Holdings, além dos empresários Evan Feinberg e Eduardo Orlando L’Hotellier. A coordenação é de BTG Pactual, JPMorgan, UBS Brasil e Bradesco BBI.

Na distribuição primária, a operação envolve lote inicial de 16 milhões ações, enquanto a secundária fica com 8 milhões de papéis. O lote pode ser acrescido por até 4 milhões de papeis e o suplementat de 3 milhões.

Considerando apenas o preço médio da faixa indicativa, a oferta pode movimentar R$ 703 milhões, com R$ 469 milhões correspondendo à oferta primária, que se refere ao capital a ser levantado pela companhia no IPO.

A precificação da oferta de ações da GetNinjas está prevista para 12 de maio e o período de reserva começa em 29 de abril. O início das negociações no segmento Novo Mercado da B3 é estimado para 14 de maio.

MRV (MRVE3)

A MRV informou que irá destinar o montante de R$ 130 milhões para o pagamento de dividendos. Sendo o valor estimado dos dividendos de R$ 0,27058 por ação, pagos em 11 de maio.

Os investidores que irão receber o valor devem estar na base acionária da companhia até 29 de abril e as ações da MRV passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir do dia 30 de abril.

Cyrela (CYRE3)

A Cyrela destinou o montante de R$ 418 milhões para o pagamento de dividendos sendo R$ 1,08727 por ação. Terão direito ao dividendo as pessoas inscritas como acionistas em 23 de abril.

O pagamento dos dividendos será realizado até o final do exercício social de 2021 e as ações da Cyrela serão negociadas como “ex-dividendos” a partir de 26 de abril.

Hapvida (HAPV3)

O conselheiro de administração, coordenador do comitê de auditoria, risco e compliance e do comitê de governança, gente e sustentabilidade da Hapvida, Wilson Carnevalli Filho, renunciou ao cargo na última sexta-feira (23).

A Hapvida informou que o conselho de administração elegeu Lício Tavares ngelo Cintra, como membro efetivo do conselho de administração e Wagner Aparecido Mardegan, como membro do comitê de auditoria, risco e compliance.

Eletrobras (ELET6)

O relator da medida provisória de privatização da Eletrobras na Câmara, deputado Elmar Nascimento (DEM-BA), tem avaliado proposta de direcionar parte maior dos recursos gerados pela operação ao alívio de tarifas dos consumidores regulados de energia, que são principalmente clientes residenciais.

A MP enviada pelo governo ao Congresso prevê que metade do valor ganho pela Eletrobras com a desestatização seja destinado ao Tesouro, com a cobrança de um bônus de outorga junto à empresa, enquanto o restante deverá ser direcionado pela companhia para abatimento de custos dos consumidores de energia ao longo dos próximos anos.

Em transmissão ao vivo do jornal Valor Econômico nesta sexta-feira (23), o relator disse que vai defender que essa parcela do consumidor na arrecadação seja totalmente utilizada para o chamado mercado regulado, sem beneficiar os consumidores livres de energia, que são grandes indústrias e empresas.

Pelas estimativas do governo, a privatização da Eletrobras renderia R$ 25 bilhõesao Tesouro e valor da mesma ordem a ser aportado ao longo do tempo pela elétrica na chamada CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), um fundo que custeia diversos subsídios embutidos nos custos da energia e que geralmente é abastecido com cobranças de encargos junto aos consumidores.

Embraer (EMBR3)

A Embraer anunciou na última sexta-feira (23) que assinou com a FAB (Força Aérea Brasileira) um memorando para avaliação das capacidades necessárias. O foco da negociação é o desenvolvimento de um veículo aéreo não tripulado.

“Tal tecnologia permite reduzir custos e riscos, sem perder a eficácia no cumprimento das missões atribuídas à Aeronáutica”, afirmou o comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior em comunicado da Embraer.

Segundo fabricante de aviões, a cooperação visa o estudo conjunto das necessidades da FAB envolvendo os veículos não tripulados, bem como o levantamento dos elementos operacionais e logísticos para o desenvolvimento da plataforma. A companhia não deu mais detalhes sobre o acordo.

Equatorial Energia (EQTL3)

A Equatorial Energia teve aval de seu conselho de administração para celebração de um acordo de crédito junto ao banco canadense Scotiabank, no valor de R$ 300 milhões, segundo ata de reunião do colegiado divulgada pela companhia nesta sexta-feira (23).

O financiamento será concedido à Equatorial Piauí, subsidiária de distribuição de energia da empresa, que também teve aprovação do conselho para fechar um contrato de “swap” visando se proteger da variação cambial em dólares norte-americanos decorrente do “credit agreement”.

A ata da reunião do conselho, realizada em 20 de abril, não informou mais detalhes sobre a operação e nem a destinação dos recursos a serem captados.

Copel (CPLE3)

A estatal paranaense de energia Copel informou que seu conselho de administração aprovou conversões de ações e a formação de units da companhia, que passarão a ser negociadas em bolsa a partir de hoje, sob o código CPLE11.

A companhia disse que, no âmbito de seu 1° Programa de units, acionistas não controladores pediram conversões de ações que levaram à formação de cerca de 248,1 milhões de units, enquanto o governo do Paraná solicitou conversões que geraram 28,9 milhões de units.

“Consequentemente, após as conversões, o Estado mantém sua participação de 31,1% no capital total da companhia, sendo 5,3% em units”, afirmou.

Cada unit da Copel é composta de uma ação ordinária e quatro ações preferenciais classe “B”.

Taesa (TAEE11)

O conselho da transmissora de energia elétrica Taesa aprovou a emissão pela companhia de debêntures no valor de R$ 750 milhões.

As debêntures, não conversíveis em ações, serão emitidas em duas séries, a primeira com vencimento em 7 anos e a segunda em quinze anos, conforme ata de reunião dos conselheiros divulgada nesta sexta-feira.

Os recursos obtidos com a operação serão utilizados para gestão ordinária dos negócios da companhia e reembolso de despesas, gastos ou dívidas relacionados ao projeto Ivaí e à controlada São Pedro Transmissora de Energia Elétrica.

Banco Modal (MODL11)

Esta segunda-feira é o último dia para que pequenos investidores façam a reserva de units do Banco Modal. A instituição financeira estabeleceu o intervalo indicativo de preço por unit entre R$ 24,30 a R$ 32,82 (o valor será fixado na quarta-feira (28).

Considerando o preço médio de R$ 28,56 e a oferta-base de 51 milhões de units, a companhia pode levantar R$ 1,5 bilhão, sem contar com o lote adicional de 10,2 milhões de units e de um lote suplementar de 7,6 milhões.

Com o montante levantado, o banco irá dividir o capital em: investimentos em tecnologia (35%), expansão da carteira de crédito (27,5%), expansão dos negócios por meio de aquisições estratégicas (25%) e investimentos em marketing (12,5%).

A estreia do Banco Modal na B3 está prevista para a próxima sexta-feira (30).

G2D Investments (G2DI)

Hoje começa a reserva de ações para pequenos investidores de BDRs, recibmos que representam ações no exterior que podem ser negociadas na bolsa brasileira, da G2D Investments. A empresa está com a estreia prevista para 12 de maio.

A G2D definiu o intervalo indicativo de preço por ação entre R$ 5,73 e R$ 8,59 (o valor fixado será em 10 de maio). Considerando o preço médio de R$ 7,16 e a oferta-base de 139,7 milhões, a companhia pode movimentar R$ 1 bilhão. A empresa ainda pode contat com o lote suplementar de 20,9 milhões de BDRs e adicional de 27,9 milhões.

Com o montante levantado, a G2D informou que irá distribuir o capital em: investimentos e aquisições potenciais (43,6%), investimentos já contratados (21,7%), amortização de dívida (19,6%) e capital de giro (15%).

(Com Reuters)

Calendário de divulgação dos próximos resultados:

  • Vale (VALE3) – 26 de abril
  • Smiles (SMLS3) – 26 de abril

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