Governo publica decreto de privatização dos Correios

A determinação inclui a venda do controle acionário da empresa e a concessão dos serviços postais de envios de cartas e outras encomendas.

Redação
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Ricardo Moraes/Reuters
Ricardo Moraes/Reuters

Aprovação da privatização dos Correios passa para o Congresso e decreto inclui a venda do controle acionário da empresa e a concessão dos serviços postais

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O governo federal publicou hoje (14) decreto que inclui os Correios no Programa Nacional de Desestatização, estabelecendo o BNDES como responsável pela execução e o acompanhamento do processo.

O decreto inclui a venda do controle acionário da empresa e a concessão dos serviços postais de envio de cartas, impressos, encomendas e telegrama.

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Segundo o texto, a desestatização está condiciona à “aprovação, pelo Congresso Nacional, do marco legal dos serviços postais”.

O governo tem expectativa de realizar o leilão dos Correios no próximo ano. A modelagem da venda da companhia deve ser concluída em agosto, após a primeira fase dos estudos de desestatização ser concluída em meados de março.

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O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) aponta que os Correios investiram R$ 300 milhões em 2020 e que a necessidade de investimento para este ano seria de R$ 1,7 bilhão. Para 2025, a conta chega a R$ 2,6 bilhões. A fatia de mercado da empresa nos últimos anos, segundo o levantamento do PPI, caiu de 48% em 2017 para 43% em 2019.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) dos Correios em 2020 somou R$ 988 milhões, alta de 46% sobre 2019. A margem cresceu de 3,7% para 5,7%. A receita líquida, porém, recuou 6% no período, a R$ 17,7 bilhões. (Com Reuters)

 

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