Petrobras recebe pedido de acionistas por assembleia sobre conselho

Reunião extraordinária foi convocada para reconstituir o conselho admnistrativo da petroleira após renúncia recente de Marcelo Gasparino

Redação
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Ricardo Moraes/Reuters
Ricardo Moraes/Reuters

Acionistas da Petrobras pediram hoje (29) uma assembleia geral para reconstituir o conselho da estatal

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A Petrobras recebeu de acionistas detentores de mais de 1% de seu capital social um pedido de convocação de assembleia geral extraordinária para reconstituição do conselho de administração da companhia, após a renúncia do conselheiro Marcelo Gasparino anunciada em 16 de abril.

“A Petrobras está avaliando o pedido e manterá o mercado informado a respeito de seus desdobramentos”, afirmou a estatal em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários hoje (29).

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Em outro comunicado hoje (29), a estatal informou que decidiu aderir a um programa de parcelamento do governo do Rio de Janeiro (PEP-ICMS) para encerrar contingências com a administração estadual sobre o pagamento de ICMS que somavam valor estimado de R$ 1,53 bilhão.

O fim da disputa ocorrerá “mediante desembolso de R$ 544 milhões, com custo evitado de 64%”, afirmou a petroleira. A Petrobras disse ainda que, do total a ser pago, R$ 268 milhões envolvem débitos que estavam sendo contestados em contencioso administrativo ou judicial e que já se encontravam provisionados nas demonstrações financeiras da companhia referentes a 2020.

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Além disso, segundo as regras do programa de parcelamento, garantias anteriormente depositadas de R$ 188 milhões serão recuperadas pela companhia tão logo autorizado pelo Judiciário, acrescentou.

Decisões recentes do conselho

O atual conselho de administração aprovou ontem (28) a venda de uma participação remanescente de 10% na empresa de gasodutos NTS (Nova Transportadora do Sudeste) para um grupo formado pela canadense Brookfield e pela holding Itaúsa.

“O valor da transação é de R$ 1,8 bilhão“, anunciou a estatal, acrescentando que a entrada de caixa após ajustes previstos em contrato é estimada em R$ 1,5 bilhão, a serem quitados integralmente na data de assinatura e conclusão da operação.

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O negócio foi fechado pela Petrobras junto à Nova Infraestrutura Gasodutos Participações, empresa formada pelo FIP (Nova Infraestrutura Fundo de Investimentos em Participações Multiestratégia), gerido pela Brookfield e Itaúsa. As empresas já são as atuais acionistas controladoras da NTS. (Com Reuters)

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