Engie Brasil prevê agravamento do risco hidrológico nos próximos meses, diz CFO

Um cenário de baixas chuvas em reservatórios desafia a Engie em sua gestão, segundo o diretor financeiro, Marcelo Malta.

Redação
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rachel dunsdon/GettyImages
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Um cenário de baixas chuvas em reservatórios desafia a Engie em sua gestão, segundo o diretor financeiro, Marcelo Malta

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A Engie Brasil Energia prevê que o GSF (nome técnico para risco hidrológico) se agrave ainda mais nos próximos meses, devido a um cenário de baixas chuvas em reservatórios, o que requer desafio na gestão do portfólio, afirmou hoje (6) o diretor financeiro da companhia, Marcelo Malta.

“Essa hidrologia é uma das piores da série histórica, então realmente a questão é muito grave, isso requer um tremendo de um desafio para o nosso pessoal de gestão de portfólio”, afirmou Malta, durante apresentação dos resultados do primeiro trimestre a analistas e investidores.

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“Nossa expectativa para os próximos meses é que o GSF se agrave ainda mais… Nós temos bastante experiência, capacidade de fazer projeções que a gente tem verificado muito próximas da realidade e isso nos dá tranquilidade de que conseguiremos fazer essa gestão de forma adequada.” (Com Reuters)

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