Forbes Radar: BMG, Neoenergia, B3, Banco do Brasil e outros destaques corporativos

Últimas notícias sobre: Lojas Americanas, JHSF, CSU, B2W, Azul, Engie, Ultrapar, Braskem, Ouro Fino, Tesla, IBM, Eletrobras, Cemig, G2D e Valid.

Artur Nicoceli
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No Forbes Radar de hoje (7), empresas seguem com as divulgações dos resultados financeiros do 1º trimestre de 2021. O Banco do Brasil divulgou lucro líquido de R$ 4,9 bilhões, alta de 44,7% sobre um ano antes, a JHSF teve lucro líquido de R$ 191,5 milhões e a B3 anunciou lucro líquido de R$ 1,26 bilhão no período, crescimento de 22,5% ante 2020.

Ao mesmo tempo, as Lojas Americanas informou prejuízo líquido de R$ 163 milhões nos primeiros três meses do ano, um salto de 231% em relação à perda apurada no ano passado e a B2W teve prejuízo líquido de R$ 163,6 milhões no primeiro trimestre, perda maior do que os R$ 108 milhões de 2020.

Veja estes e outros destaques corporativos do dia:

Lojas Americanas (LAME4)

O grupo de varejo Lojas Americanas informou prejuízo líquido de R$ 163 milhões nos primeiros três meses do ano, um salto de 231% em relação à perda apurada em igual etapa do ano passado.

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Por um lado, as vendas brutas subiram 52,8% ano a ano, para R$ 11,1 bilhões, alavancado pelo crescimento da plataforma digital liderada pela B2W, com a qual planeja uma reestruturação societária e a listagem da empresa em bolsa de valores nos Estados Unidos.

No trimestre, a receita líquida das Lojas Americanas somou R$ 5,23 bilhões, aumento de 29% sobre um ano antes. Porém, as despesas cresceram 50%, para R$ 1,17 bilhão, em meio a maiores gastos com vendas e de marketing da plataforma digital, além de investimentos na Ame.

A empresa foi ainda afetada pelo fato de 27% da área de vendas de suas lojas físicas ter ficado fechada devido às medidas de isolamento social.

BMG (BMGB4)

O Banco Bmg teve lucro líquido de R$ 88 milhões no primeiro trimestre, queda de 9,3% na comparação anual. A margem financeira ficou em R$ 944 milhões, declínio de 1,4% contra 2020.

O índice de inadimplência caiu para 5,4%, de 5,7% no quarto trimestre e 5,9% no primeiro trimestre do ano passado.

Banco do Brasil (BBAS3)

O Banco do Brasil divulgou lucro líquido de R$ 4,9 bilhões, alta de 44,7% sobre um ano antes e acima da média de estimativas do mercado, de R$ 4,04 bilhões, segundo a Refinitiv.

Os números vêm enquanto analistas e investidores estão ansiosos para ouvir o presidente-executivo Fausto Ribeiro, nomeado para dirigir o banco após Andre Brandão se demitir na esteira de uma disputa com o presidente Jair Bolsonaro sobre um plano de corte de custos.

As medidas visavam aumentar a lucratividade do banco e reduzir a lacuna com rivais privados. O BB teve rentabilidade sobre o patrimônio líquido de 15,1% no primeiro trimestre, 3 pontos percentuais acima do trimestre anterior.

O banco reduziu as provisões para créditos de liquidação duvidosa em 54,2% em relação ao ano anterior, num sinal de que sua gestão acredita que tem fundos adequados para o impacto econômico da pandemia. No início desta semana, Itaú Unibanco e Bradesco relataram quedas semelhantes.

O índice de inadimplência em 90 dias aumentou ligeiramente para 1,95%, principalmente no crédito para pessoas físicas. Com o término dos planos de carência anunciados no começo da pandemia, os bancos começam a apresentar alta da inadimplência.

A carteira de crédito do BB cresceu 2,2% no trimestre, principalmente por conta das pessoas físicas e do agronegócio. O banco também apresentou receita líquida de juros de R$ 14,56 bilhões, 4% acima do mesmo período do ano anterior. Os custos operacionais ficaram quase estáveis ​​em relação ao ano anterior, mas caíram 4,8% em na base sequencial.

O Banco do Brasil informou a distribuição de R$ 212 milhões em dividendos e R$ 970 milhões em JCP (Juros sobre Capital Próprio).

JHSF (JHSF3)

A JHSF, gestora de shoppings e empreendimentos imobiliários de alto padrão, teve lucro líquido de R$ 191,5 milhões no primeiro trimestre, um salto ante os R$ 16,3 milhões em resultado positivo obtido no mesmo período do ano passado.

A geração de caixa medida pelo Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) disparou de R$ 65 milhões para R$ 232 milhões no período e a margem dobrou para 62,6%.

O avanço ocorreu com a receita líquida mais que dobrando, impulsionada pela área de incorporação. O faturamento líquido do grupo subiu para cerca de R$ 385 milhões ante R$ 163 milhões no primeiro trimestre de 2020, enquanto as despesas operacionais subiram 46%, para R$ 64 milhões.

O segmento de incorporação viu a receita subir de R$ 81 milhões para R$ 300,5 milhões. O Ebitda da unidade saltou de cerca de R$ 35 milhões para R$ 238 milhões

CSU (CARD3)

A CSU, empresa de prestação de serviços e soluções em tecnologia, reportou lucro líquido de R$ 12,8 milhões no 1º trimestre de 2021, número recorde e 37,5% acima na comparação com o resultado de R$ 9,3 milhões observado no mesmo período de 2020. Ricardo Leite, diretor de Relações com Investidores da companhia, avalia que o resultado é fruto de uma “busca dos clientes pela digitalização, além de uma forte expansão nas unidades CSU.CardSystem e CSU.Contact.”

A CSU.CardSystem teve crescimento de 15,1% no Ebitda em relação ao mesmo período de 2020, atingindo recorde de R$ 28,2 milhões. Já na CSU.Contact expandiu as operações para atender os consumidores finais dos clientes CSU, resultando em 28,5% no Ebitda sobre o mesmo trimestre de 2020, alcançando R$ 7,6 milhões.

Ainda sobre os três primeiros meses do ano, a receita líquida da CSU foi de R$ 123,6 milhões, alta 8,4% contra os R$ 114 milhões do ano passado. O Ebitda total foi de R$ 35,8 milhões, 11,7% a mais que os R$ 30,4 milhões dos três primeiros meses de 2020. Segundo a CSU, o bom desempenho do trimestre possibilita o pagamento de R$ 2,8 milhões em JCP (Juros sobre Capital Próprio) aos acionistas.

Além dos resultados financeiros positivos, no trimestre a CSU apresentou outros avanços, como o aporte de R$ 10 milhões na fintech FitBank.

Neoenergia (NEOE3)

A elétrica Neoenergia registrou lucro líquido de R$ 1 bilhão no primeiro trimestre, alta de 75% ante o mesmo período do ano passado, informou ontem (6) a empresa, controlada pela espanhola Iberdrola.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia alcançou R$ 2,3 bilhões, com alta de 50% na mesma comparação.

A Neoenergia – que atua nos segmentos de distribuição, transmissão, geração e comercialização de energia – reportou ainda receita de R$ 8,58 bilhões, alta de 27% versus um ano antes.

Entre janeiro e março, a Neoenergia investiu R$ 1,8 bilhão, crescimento de 89% ante o primeiro trimestre de 2020. Segundo a companhia, foram investidos R$ 416 milhões em energia renovável, “um dos principais caminhos que a empresa acredita ser promissor para o futuro”.

B3 (B3SA3)

A B3 anunciou lucro líquido de R$ 1,26 bilhão no período, alta de 22,5% ante igual período de 2020.

Em termos ajustados, o lucro de janeiro a março somou R$ 1,336 bilhão, avanço de 15,5% em um ano e pouco acima da previsão média de analistas consultados pela Refinitiv, de R$ 1,2 bilhão.

Já o resultado operacional medido pelo Ebitda no trimestre somou R$ 1,9 bilhão, também acima das previsões de analistas, de R$ 1,7 bilhão, segundo a Refinitiv.

No trimestre, os cinco IPOs e os sete follow-ons movimentaram R$ 32,8 bilhões. O movimento só não foi maior devido à volatilidade no mercado que, se elevou os volumes de negócios, por outro lado levou mais de 30 empresas a desistirem de listagem na bolsa.

Mesmo com uma política recente de redução de tarifas, a receita da B3 cresceu 25,8%, a R$ 2,4 bilhões. As despesas por sua vez avançaram 10,6%, para R$ 661,2 milhões.

A empresa informou ainda que seu conselho de administração autorizou a emitir R$ 3 bilhões em debêntures, distribuídas em duas séries, com vencimentos em 3 e 5 anos.

B2W (BTOW2)

A B2W teve prejuízo líquido de R$ 163,6 milhões no primeiro trimestre, perda maior do que os R$ 108 milhões em igual período de 2020. O resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado somou R$ 129,4 milhões, alta de 1,4% em 12 meses.

companhia, dona dos sites Submarino e Americanas.com, informou ainda que teve alta de 90,4% nas GMV (Vendas Brutas Totais, na sigla em inglês) ano a ano, a R$ 8,68 bilhões.

A empresa, que no mês passado anunciou proposta de combinação de negócios com a Lojas Americanas para criação da companhia a ser listada em bolsa nos Estados Unidos, reportou receita líquida de R$ 2,94 bilhões no trimestre, crescimento de 73,5% em um ano.

Por outro lado, as despesas gerais ajustadas somaram R$ 808 milhões, representando 9,3% das vendas totais, um aumento de 0,5 ponto percentual ano a ano, refletindo investimentos maiores em entrega gratuita. Só as despesas com vendas dispararam 130%.

Azul (AZUL4)

A Azul reportou prejuízo líquido de R$ 2,8 bilhões nos primeiros três meses do ano, o que reduziu fortemente a perda em relação ao trimestre anterior, mas ainda mostra um salto frente ao resultado negativo de R$ 317 milhões um ano antes, com a empresa aérea ainda afetada pela pandemia.

“O Brasil claramente foi impactado pela segunda onda da pandemia do Covid-19, mas continuamos vendo progresso no esforço de vacinação”, afirmou a companhia no material do balanço.

“Diversos Estados e Municípios estão reduzindo suas medidas de restrição, o que já afetou positivamente as recentes tendências de reservas. Somente nos últimos quatro meses, o volume de reservas aumentou mais de 40% e esperamos que essa tendência acelere com o avanço da vacinação“, completou.

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Engie Brasil (EGIE3)

A Engie Brasil Energia prevê que o GSF (nome técnico para risco hidrológico) se agrave ainda mais nos próximos meses, devido a um cenário de baixas chuvas em reservatórios, o que requer desafio na gestão do portfólio, afirmou ontem (6) o diretor financeiro da companhia, Marcelo Malta.

“Essa hidrologia é uma das piores da série histórica, então realmente a questão é muito grave, isso requer um tremendo de um desafio para o nosso pessoal de gestão de portfólio”, afirmou Malta, durante apresentação dos resultados do primeiro trimestre a analistas e investidores.

“Nossa expectativa para os próximos meses é que o GSF se agrave ainda mais. Nós temos bastante experiência, capacidade de fazer projeções que a gente tem verificado muito próximas da realidade e isso nos dá tranquilidade de que conseguiremos fazer essa gestão de forma adequada.”

Ultrapar (UGPA3)

A Ultrapar está avaliando entrar no mercado de gás natural no Brasil, em meio ao processo de quebra do monopólio da Petrobras, afirmou o presidente do conglomerado industrial, Frederico Curado, ontem (6).

“Temos avançado bastante nas análises e vamos entrar nessa cadeia (de gás natural) em algum elo dela e em algum momento. É intenção bastante firme nossa”, disse Curado em teleconferência com analistas. A companhia divulgou na noite da véspera queda de cerca de 19% no lucro do primeiro trimestre, já que perdas com hedge cambial ofuscaram a melhora operacional.

Ele afirmou que a Ultrapar, além das ações para aproveitar o processo de venda de refinarias da Petrobras, está estudando há mais de um ano a entrada na distribuição de gás natural.

“A Petrobras vai sair. O monopólio está sendo quebrado e as oportunidades de investimento privado em gás, particularmente em gás natural, são crescentes”, disse Curado.

Segundo ele, a análise envolve de que forma a empresa de infraestrutura de armazenamento do grupo, a Ultracargo, voltada a combustíveis e químicos, pode se inserir no mercado de gás natural.

Braskem (BRKM5)

A Braskem deve seguir reduzindo alavancagem financeira nos próximos trimestres, dentro de esforço para obter o chamado grau de investimento por parte de algumas das grandes agências de classificação de risco, disse ontem (6) o diretor de finanças e relações com investidores da companhia, Pedro Freitas.

“Estamos comprometidos em alcançar o grau de investimento”, disse Freitas no final da teleconferência com analistas sobre os resultados do primeiro trimestre, período no qual a Braskem teve um lucro surpreendente alto e forte redução da dívida líquida para 1,1 vez o Ebitda, ante 1,9 vez um ano antes.

“Devemos reduzir mais nosso endividamento neste segundo trimestre, no comparativo anual”, complementou Freitas.

O desempenho no primeiro trimestre foi conduzido pelos chamados spreads de resina, uma vez que as condições climáticas geladas nos Estados Unidos interromperam a produção e empurraram os preços para cima, além da demanda também ter crescido mais rápido.

Freitas disse ter uma previsão mais conservadora para os próximos trimestres do que parte do mercado. Mas casas de análise, como a do BTG Pactual, reiteraram recomendação de compra para as ações da petroquímica, considerando a hipótese de ter que rever para cima as projeções de lucro para este ano.

Ouro Fino (OFSA3)

Ouro Fino registrou lucro líquido de R$ 9,6 milhões no primeiro trimestre. No mesmo período de 2020, a empresa teve prejuízo de R$ 3,1 milhões.

O Ebitda ajustado cresceu 382,7%, para R$ 25 milhões. Segundo a companhia, a geração de caixa operacional no período foi de R$ 23,5 milhões.

A receita líquida subiu 50,8% nos três primeiros meses de 2021, para R$ 168,8 milhões.

Tesla (TSLA34)

A fabricante de veículos elétricos Tesla disse nesta ontem (6) que está desenvolvendo uma plataforma para proprietários de automóveis na China, que lhes dará acesso a dados gerados por seus veículos.

A Tesla, que fabrica o sedan Model 3 e a SUV Model Y em sua fábrica em Xangai, pretende lançar a plataforma de dados este ano, disse a empresa em comunicado.

Esta é a primeira vez que uma montadora anuncia planos para permitir que os clientes acessem dados de carros na China, o maior mercado automotivo do mundo.

As montadoras, nos últimos anos, vêm equipando mais veículos com câmeras e sensores para capturar imagens dos arredores do carro. O controle de uso, envio e armazenamento dessas imagens é um desafio novo para a indústria e reguladores em todo o mundo.

A China publicou no mês passado um projeto de regras para garantir a segurança dos dados gerados por carros inteligentes. Os dados coletados pelos carros elétricos da Tesla na China são armazenados no país, disse um executivo da empresa no mês passado.

IBM (IBMB34)

A IBM apresentou o que diz ser a primeira tecnologia de fabricação de chips de 2 nanômetros do mundo. A tecnologia pode ser até 45% mais rápida do que os principais chips de 7 nanômetros presentes em muitos dos laptops e celulares atuais, e até 75% mais eficiente em termos de energia, segundo a empresa.

A inovação provavelmente levará vários anos para chegar ao mercado. Antes uma grande fabricante de chips, a IBM agora terceiriza sua produção de alto volume de chips para a Samsung Electronics. Mas a empresa mantém um centro de pesquisa de fabricação de chips em Albany, Nova York, que faz testes e tem acordos conjuntos de desenvolvimento de tecnologia com a Samsung e a Intel, para que usem a tecnologia de fabricação de chips da IBM.

Os chips de 2 nanômetros serão menores e mais rápidos do que os chips de ponta de 5 nanômetros de hoje, que só agora estão aparecendo em smartphones premium, como os modelos iPhone 12 da Apple, e os chips de 3 nanômetros esperados para vir após os de 5 nanômetros.

A tecnologia que a IBM apresentou ontem (6) é o bloco de construção mais básico de um chip: um transistor, que atua como um interruptor elétrico liga-desliga para formar os 1s e 0s dos dígitos binários que estão na base de toda a computação moderna.

Eletrobras (ELET6)

O governo brasileiro espera concluir o processo de privatização da Eletrobras até janeiro de 2022, em meio à expectativa de que a medida provisória que abre espaço para a operação possa ser votada na Câmara dos Deputados na semana do dia 17 deste mês, disse o secretário da Desestatização do Ministério da Economia, Diogo Mac Cord, ontem (6).

O projeto precisa ser apreciado também pelo Senado antes de 22 de junho para que a MP não perca a validade.

“O apoio que o Congresso tem dado para o novo texto da MP da Eletrobras, que é bem diferente do que foi o original lá atrás, é fantástico. Conseguimos costurar um acordo que é um ganha-ganha enorme”, disse Mac Cord, ressaltando a parceria com o relator da matéria, deputado Elmar Nascimento (DEM-BA).

O secretário ressaltou que o prazo da semana de 17 de maio tem sido citado pelo próprio relator.

“O prazo para gente concluir toda a operação, quando a gente coloca todo o cronograma do TCU (Tribunal de Contas da União) bonitinho, a operação é concluída em janeiro de 22”, disse o secretário

Cemig (CMIG4)

A Cemig informou que está organizando um processo competitivo para o desinvestimento da totalidade de sua participação na transmissora de energia Taesa, da qual é acionista controladora.

Segundo fato relevante publicado pela elétrica, a operação resultará na alienação das 218 milhões de ações ordinárias e 5 milhões de ações preferenciais da Taesa, que correspondem a 36,97% do capital social votante e 21,68% do capital social total da transmissora.

“A operação será realizada por meio de leilão especial, de forma a permitir que a alienação seja realizada por meio de processo competitivo”, disse a Cemig.

O cronograma divulgado pela empresa mineira aponta que os potenciais adquirentes poderão realizar processo de diligência até 30 de julho deste ano. A companhia espera que a entrega dos envelopes para participação no leilão também ocorra até esta data, com homologação do resultado até 16 de agosto.

G2D Investments (G2DI)

Termina hoje o período de reserva de BDRs para pequenos investidores da G2D Investments. A companhia que tem estreia prevista para a próxima quarta-feira (12) está com o intervalo indicativo de preço entre R$ 5,73 e R$ 8,59.

Considerando o preço médio de R$ 7,16 e a oferta-base de 139,7 milhões de BDRs, a companhia pode levantar o montante de R$ 1 bilhão. A G2D ainda pode contar com lote adicional de 27,9 milhões de ativos lastreados no exterior e de um lote suplementar de 20,9 milhões.

Com o valor da oferta, a companhia informou que pretende dividir em: investimentos e aquisições potenciais (43,6%), investimentos já contratados (21,7%), amortização de dívida (19,6%) e capital de giro (15%).

Gol (GOLL4)

A emissão que a Gol realizou em dezembro de 2020 om vencimento em 2026 captou US$ 300 milhões. Os papéis saíram com yield de 8%, mesmo percentual da operação inicial. A Gol utilizará os novos recursos para alongar o perfil da dívida e também para aquisições de aeronaves.

Burger King Brasil (BKBR3)

O BK (Burger King Brasil) informou que as vendas por delivery cresceram R$ 161,9 milhões no primeiro trimestre, alta de 121% contra os três primeiros meses de 2020. A quantia representou 29% da receita da companhia no período.

O delivery também cresceu 142% na comparação anual e representou mais de 70% das vendas digitais entre janeiro e março deste ano, pois, além do delivery, o BK também com totens e aplicativos.

3R Petroleum (RRRP3)

A 3R Petroleum elegeu Mauricio Diniz ao cargo de diretor de operações da OP Energia, subsidiária do Grupo 3R focada em projetos de produção offshore. O executivo possui 38 anos de experiência no setor de petróleo, e construiu sua carreira profissional na Petrobras.

C&A MODAS (CEAB3)

A C&A recebeu um informe do Itaú dizendo que a instituição financeira atingiu 5,005% das ações ordinárias da varejista de roupas, totalizando 15,4 milhões de ativos.

Cosan (CSAN3)

A Cosan realizou o desdobramento de ações, na proporção de uma ação para quatro ativos da mesma espécie. Segundo a companhia, “desde ontem (6) as ações serão negociadas sem direito ao desdobramento.”

Valid (VLID3)

O conselho de administração da Valid aprovou a realização da 8ª emissão de debêntures simples em duas séries , sendo a primeira com o volume de R$ 27 milhões e a segunda com volume de até R$ 673 milhões. As debêntures da primeira e segunda séries terão vencimento em 10 de maio de 2024 e 10 de maio de 2025, respectivamente.

(Com Reuters)

Calendário de divulgação dos próximos resultados:

  • M. Dias Branco (MDIA3) – 7 de maio
  • Brasil Agro (AGRO3) – 7 de maio

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