Ibovespa oscila na abertura e opera em queda após Payroll nos EUA

O Ibovespa opera em baixa de 0,14%, aos 129.415 pontos, às 10:15 no horário de Brasília, com o mercado doméstico repercutindo novos dados sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos no último mês. A menor liquidez do pregão, que acontece entre um feriado e o fim de semana, além dos números nos EUA, devem colaborar para a volatilidade nesta sexta-feira. Ainda nesta manhã, o PMI composto e de serviços brasileiro referente ao mês de maio avançou a 48,3 em maio, depois da mínima em nove meses em abril de 42,9.

Os índices futuros norte-americanos operam em alta e indicam abertura positiva na sessão regular após a divulgação do Payroll, relatório mensal de emprego do país, que registrou a criação de 559 mil vagas de trabalho em maio, levando a taxa de desemprego norte-americana para 5,8%. Considerado um termômetro importante para a economia dos EUA, o Payroll trouxe dados abaixo das expectativas dos analistas, que previam a criação de 671 mil vagas.

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O dólar abriu o dia em alta, mas virou para queda após os dados norte-americanos. Às 10:15, horário de Brasília, a divisa recuava 0,16, negociada a R$ 5,0757 na venda. A sessão deve ser de menor volume de negócios, em função do feriado de Corpus Christi. O menor giro das operações pode ser um catalisador para a instabilidade no câmbio, com oscilações mais amplas nos preços.

Ontem, dados mais fortes do emprego no setor privado dos EUA presentes no relatório ADP impulsionaram o dólar no mundo a máximas em três semanas. Para Pablo Spyer, diretor da EQI Investimentos, os resultados vieram bons, “mas isso gerou uma preocupação de que a inflação pode ficar mais e de que os estímulos à injeção de dinheiro nos Estados Unidos pode diminuir”.

As Bolsas europeias operam em direções mistas, após o resultado abaixo do esperado nos EUA e em dia de divulgação das vendas no varejo da Zona do Euro. O escritório de estatísticas da União Europeia informou que as vendas varejistas nos 19 países da região caíram 3,1% em abril sobre março, mas foram 23,9% maiores na comparação anual.

Por volta das 9:45 da manhã, o Stoxx 600 sobe a 0,02%; na Alemanha, o DAX cai 0,01%; o CAC 40 desvaloriza 0,04%, na França; na Itália, o FTSE MIB é negociado em alta de 0,11%; enquanto no Reino Unido, o FTSE 100 opera a 0,30% negativos.

Enquanto isso, os mercados asiáticos fecharam a semana mistos. O Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,17% e o BSE Sensex, de Mumbai, fechou em baixa de 0,25%; enquanto no Japão, o índice Nikkei desvalorizou 0,40%. Na China, o índice Shanghai, cresceu 0,21%, após os futuros do vergalhão de aço na China avançarem, enquanto os do minério de ferro recuaram, mas ambos fecharam com ganhos semanais.

O contrato mais negociado do vergalhão de aço para construção na bolsa de futuros de Xangai, para entrega em outubro, saltou 1,4%, registrando a primeira elevação semanal nas últimas quatro semanas (+4,6%). Os futuros do minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian, por sua vez, fecharam em baixa de 1,9%, mas encerrou a semana com alta de 9,9%. (com Reuters)

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