Petrobras tem aprovação do Cade para venda da refinaria RLAM ao grupo Mubadala

A estatal anunciou no final de março que fechou negócio de US$ 1,65 bilhão junto ao Mubadala pela RLAM.

Redação
Compartilhe esta publicação:
NurPhoto/GettyImages
NurPhoto/GettyImages

A estatal anunciou no final de março que fechou negócio de US$ 1,65 bilhão junto ao Mubadala pela RLAM

Acessibilidade


A Petrobras teve aval do órgão brasileiro de defesa da concorrência para a operação de venda de sua refinaria RLAM (Landulpho Alves), na Bahia, ao Mubadala Investment Company, fundo soberano do governo de Abu Dhabi.

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a transação sem restrições, segundo publicação no Diário Oficial da União de hoje (9). A estatal anunciou no final de março que fechou negócio de US$ 1,65 bilhão junto ao Mubadala pela RLAM, a primeira de oito refinarias colocadas no mercado pela estatal a ter seu contrato de venda assinado.

LEIA MAIS: Tudo sobre finanças e o mercado de ações

A operação chegou a ser questionada no TCU (Tribunal de Contas da União) por acusações de que a operação teria sido fechada por valores abaixo de mercado, mas o tribunal julgou improcedente uma denúncia nesse sentido.

Em parecer, o Cade destacou que o grupo Mubadala não atua no setor de refino no Brasil, o que faz que a transação possa ser vista como pró-competição, “por gerar desconcentração no setor de produtos derivados de petróleo”.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

O órgão lembrou ainda que a negociação da refinaria atendeu um termo (TCC) selado entre Cade e Petrobras mirando diminuição da posição dominante da estatal no setor de refino. Por esse acordo, a Petrobras tem prazo até o final do ano para concluir os desinvestimentos anunciados no setor de refino. (com Reuters)

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Siga Forbes Money no Telegram e tenha acesso a notícias do mercado financeiro em primeira mão

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: