Distribuidoras da Neoenergia têm injeção 11% maior no 2º tri; empresa vê recuperação

Ricardo Moraes/Reuters
Ricardo Moraes/Reuters

Sede da Neoenergia, no Rio de Janeiro (RJ)

As distribuidoras da Neoenergia injetaram 18.702 gigawatts-hora (GWh) de eletricidade no segundo trimestre de 2021, alta de 11% em relação a igual período de 2020, informou a empresa ontem (8), afirmando que os dados confirmam uma “recuperação do mercado em suas áreas de concessão”.

O relatório, que representa prévia não auditada dos resultados operacionais da empresa, também indicou um aumento de 6,85% na distribuição de energia no primeiro semestre deste ano, novamente em comparação anual, para 37.208 GWh.

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Nos primeiros meses do ano passado, os níveis de distribuição de eletricidade foram fortemente impactados pelas medidas restritivas relacionadas à pandemia da Covid-19.

No comparativo entre o segundo trimestre deste ano e mesma etapa de 2020, a maior variação positiva foi registrada pela distribuidora Elektro, cuja injeção de energia avançou em 15,44%, enquanto a Celpe apurou o resultado mais modesto, com alta de 6,17%.

A Neoenergia ainda reportou ontem (8) que sua geração de energia por fontes renováveis (considerando eólica e hidrelétrica) recuou 0,56% no segundo trimestre, a 3.295 GWh.

Já a geração térmica da empresa disparou 531%, para 631 GWh, em momento em que o Brasil passa por grave crise hídrica, impactando as fontes hidrelétricas.

A Neoenergia ressaltou que “no segundo trimestre de 2020, a planta (termelétrica) foi pouco despachada em virtude da menor demanda observada no início da pandemia.” (Com Reuters)

 

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