Pfizer projeta receita de US$ 33,5 bilhões em 2021 com venda de vacinas

Jamel Toppin/Forbes
Jamel Toppin/Forbes

Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer: empresa gerou US$ 9,2 bilhões com vacinas no segundo trimestre de 2021

A gigante da biotecnologia Pfizer espera gerar US$ 33,5 bilhões em vendas de vacinas contra a Covid-19 em 2021, acima das estimativas anteriores, de US$ 26 bilhões, segundo informações divulgadas hoje (28) em seu balanço do segundo trimestre. As projeções são baseadas em 2,1 bilhões de doses da vacina Pfizer/BioNTech, que a empresa espera fabricar e entregar até o final do ano.

A empresa gerou US$ 9,2 bilhões em vendas de vacinas apenas no segundo trimestre de 2021, em comparação com US$ 1,2 bilhão no mesmo período do ano passado. A Pfizer projeta lucro por ação de US$ 4,00 neste ano, acima dos US$ 3,60 projetados anteriormente. No segundo trimestre, o resultado da companhia foi de US$ 5,563 bilhões, alta de 59% na comparação com o mesmo período do ano passado.

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“O segundo trimestre foi notável de várias maneiras. Mais visivelmente, a velocidade e eficiência de nossos esforços com a BioNTech para ajudar a vacinar o mundo contra a Covid-19 foram sem precedentes, com mais de um bilhão de doses sendo distribuídas globalmente”, disse Albert Bourla, CEO da Pfizer, em seu relatório.

Em junho de 2021, a Pfizer iniciou um estudo de fase 2 para avaliar a segurança da vacina em crianças na faixa etária de seis meses a 11 anos. Os resultados podem ajudar a empresa a adquirir uma autorização de uso emergencial.

Com novas variantes surgindo em todo o mundo, a Pfizer também conduz estudos sobre uma dose de reforço da Covid. Os dados da Pfizer sugerem que uma dose de reforço administrada pelo menos seis meses após a segunda dose melhora significativamente a resposta imunológica para diferentes variantes do vírus.

Ainda segundo estudos preliminares da Pfizer, a terceira dose produz respostas contra a variante Delta cinco vezes maior em pessoas mais jovens, e 11 vezes maior em pessoas mais velhas, na comparação com o regime de duas doses.

“A Pfizer e a BioNTech implementaram um robusto programa de pesquisa de reforço para garantir que nossa vacina continue a oferecer o mais alto grau de proteção possível”, disse o porta-voz da empresa à Forbes esta semana.

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