Fluxos para dívida de países emergentes mostram força em julho

Ricardo Moraes/File Photo/Reuters
Ricardo Moraes/File Photo/Reuters

Enquanto os fluxos para dívida emergente mostraram força, ações tiveram saídas no mês passado

Os fluxos em carteiras para mercados emergentes desaceleraram com força em julho, mostraram hoje (3) dados do IIF (Instituto de Finanças Internacionais), devido principalmente a grandes saídas mensais de ações.

O sentimento do investidor foi pressionado por um Federal Reserve “hawkish” e pela repressão regulatória na China, entre outras questões, disse o IIF.

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Os fluxos estrangeiros para carteiras de ações e dívida de mercados emergentes desaceleraram a US$ 7,7 bilhões em julho, incluindo a saída de 10,5 bilhões das ações de países emergentes.

Os fluxos para dívidas em moedas fortes subiram para US$ 18,3 bilhões, em torno dos níveis pré-pandemia.

Isso sugere que emissores dos mercados emergentes estão buscando dívida diante do que veem como um aumento iminente nos custos de empréstimos, segundo o economista do IIF Jonathan Fortun.

“Os mercados emergentes continuam vulneráveis à redução de estímulos pelo Federal Reserve, já que menos suporte para a economia dos EUA pode apertar as condições financeiras em todo o mundo.”

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As entradas estimadas de US$ 7,7 bilhões em julho se comparam a entradas de US$ 23,7 bilhões no mês anterior e US$ 32,2 bilhões em julho de 2020, mostraram os dados. (Com Reuters)

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