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Forbes Radar: Camil, Tesla, Cemig, Mosaico e outros destaques corporativos

Últimas notícias sobre: WDC Networks, Ambipar, AgroGalaxy e Alianse Sonae.

Artur Nicoceli
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No Forbes Radar de hoje (17), as companhias seguem com a divulgação dos balanços financeiros, informando o lucro líquido e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do segundo trimestre. A Ambipar anunciou R$ 40,6 milhões no período, enquanto a WDC Networks apontou R$ 25,2 milhões e a Hidrovias do Brasil disse R$ 97,8 milhões.

Ao mesmo tempo, A comercializadora de energia Comerc pediu o registro para uma oferta inicial de ações, em busca de recursos para financiar seus projetos de expansão. Essa é a quarta solicitação para um IPO em agosto, de acordo com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Veja estes e outros destaques corporativos do dia:

Ultrapar (UGPA3)

A Ultrapar fechou acordo para vender 100% de sua empresa de químicos especiais Oxiteno para o grupo tailandês de produtos químicos Indorama Ventures por US$ 1,3 bilhão, informaram as companhias ontem (16).

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Com a operação, a Ultrapar conclui sua estratégia de revisão de portfólio de ativos, após vender também neste ano a unidade Extrafarma e sua participação de 50% na ConectCar. O grupo brasileiro ficou concentrado na rede de postos de combustíveis, Ipiranga; na empresa de distribuição de gás GLP Ultragaz; e na empresa de armazenamento de granéis líquidos Ultracargo, com o intuito de entrar nos mercados de refino de petróleo e gás natural no país.

A Indorama, por sua vez, marca pela primeira vez presença nas Américas, garantindo unidades de produção da Oxiteno, que produz químicos usados por uma série de indústrias como de alimentos, agrícola e de higiene, no Brasil, México e Estados Unidos, ampliando sua atuação geográfica e seu portfólio de ativos.

A venda foi acertada por um múltiplo equivalente a 10,8 vezes o Ebitda anual médio da Oxiteno dos últimos cinco anos, informaram as companhias.

Yduqs (YDUQ3)

O grupo privado de educação Yduqs divulgou hoje (16) reversão de resultado negativo sofrido no segundo trimestre do ano passado, apoiada em um melhor faturamento e medidas de cortes de custos.

A companhia teve lucro líquido de R$ 116,5 milhões para o trimestre de abril a junho. Analistas, em média, esperavam resultado positivo de R$ 145,5 milhões, segundo dados da Refinitiv.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) disparou três vezes, atingindo R$ 349 milhões. O desempenho ficou dentro do esperado pelo mercado, que, em média, previu Ebitda de segundo trimestre em R$ 355,85 milhões.

A companhia apurou um crescimento de cerca de 17% na receita líquida do período, enquanto os custos de serviços prestados evoluíram perto de 13%. As despesas comerciais caíram 22,3%, em meio a uma redução de 30,5% em gastos com provisões para inadimplência. As despesas gerais e administrativas recuaram 7,6%.

A base total de alunos avançou 9,5%, para 824,1 mil, com o ensino presencial recuando 15,3% e o digital avançando 32,1%, em um efeito das medidas de isolamento social disparadas pela pandemia.

Facebook (FBOK34)

O Facebook e um grupo de companhias africanas e globais de telecomunicações vão incorporar mais quatro países ao projeto de construção do maior cabo submarino do mundo, ampliando o empreendimento na África mais cedo que o planejado.

A conectividade de internet será expandida para as ilhas Seicheles e Comores, Angola e levada para um novo ponto em terra no sudeste da Nigéria. Esta é uma adição ao recém-anunciado prolongamento para as ilhas Canárias, afirmaram as companhias em comunicado.

O consórcio do projeto, chamado de 2Africa, é formado pela sul-africana MTN, GlobalConnect, Facebook, pela fornecedora de infraestrutura WIOCC, China Mobile International, Orange, pela saudita stc, Telecom Egypt e Vodafone.

As novas adições para o projeto levam o cabo 2Africa para 26 países com 35 conexões.

Bemobi (BMOB3)

A Bemobi anunciou nesta segunda-feira que comprou o grupo chileno Tiaxa, que atua no mercado de microfinanças em países emergentes, fornecendo serviços focados em inclusão financeira por meio da tecnologia móvel, por até US$ 38 milhões.

A Tiaxa tem escritórios nos Estados Unidos, México, Peru e Filipinas, e atua em mais de 16 países, com maior destaque na América Latina e Ásia. Em 2020, a Tiaxa teve receita líquida de US$ 17,2 milhões e alcançou Ebitda ajustado de cerca de US$ 3 milhões.

A Bemobi realizou um IPO no início deste ano em uma operação que movimentou R$ 1,26 bilhão. A companhia anunciou na semana passada a compra de uma subsidiária da Cielo, Multidisplay, por até R$ 185 milhões.

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Comerc

A comercializadora de energia Comerc pediu o registro para uma oferta inicial de ações, em busca de recursos para financiar seus projetos de expansão.

Criada em 2001, a Comerc afirma ter a maior base de clientes no segmento de gestão de energia no Brasil e ser a quarta maior comercializadora de energia do país.

A companhia diz no prospecto preliminar da oferta que pretende usar os recursos da venda de ações na expansão da geração de energia, novas plantas de geração distribuída e projetos de eficiência energética.

O grupo inaugurou suas atividades no segmento de colocação de energia para o varejo no ano passado, e em 2021 ampliou sua atuação no segmento de energia solar, por meio do investimento na Infinito Energy Investimentos e Participações, que atua no desenvolvimento de projetos de geração de energia solar para autoprodutores.

Camil (CAML3)

A Camil anunciou nesta segunda-feira que assinou contrato para aquisição da companhia de massas Santa Amália, por R$ 260 milhões, marcando sua entrada no segmento, conforme fato relevante.

Segundo o comunicado, com a transação, a Camil assumirá o endividamento da Santa Amália da ordem de R$ 150 milhões.

“A complementariedade geográfica, com liderança em região com potencial de crescimento para as categorias atuais da Camil e seu posicionamento com potencial de crescimento nacional, reforça a estratégia da companhia de aquisições”, disse a compradora.

A Camil ainda afirmou que a Santa Amália possui liderança no Estado de Minas Gerais (MG), com marcas de destaque na categoria de massas e um portfólio completo de marcas premium.

Tesla (TSLA34)

Cinco crianças e um adulto foram levados ao hospital ontem (16) depois que um Tesla Model 3 que estava em modo de condução autônoma bateu em um estacionamento de uma escola no sul da Inglaterra, publicou o Telegraph.

Pelo menos uma pessoa ficou presa sob o carro elétrico no estacionamento da escola em Sussex, disse o Telegraph.

O Serviço de Ambulâncias da Costa Sudeste do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido disse que uma pessoa estava em estado grave e três outras sofreram ferimentos potencialmente graves.

Não se sabe se havia um motorista ao volante do veículo no momento da colisão, acrescentou o Telegraph.

A Tesla não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.

Cruzeiro do Sul (CSED3)

O Cruzeiro do Sul saiu do prejuízo líquido no segundo trimestre do ano passado de R$ 48,8 milhões para o lucro líquido de R$ 28 milhões entre abril e junho deste ano.

Já o Ebitda ajustado pré-IFRS 15 foi de R$ 88,4 milhões, crescimento de 57,7% se comparado com os R$ 56,1 milhões do ano passado.

Gafisa (GFSA3)

A Gafisa teve lucro líquido de R$ 26 milhões no primeiro semestre, mais de R$ 75 milhões se comparado com os primeiros seis meses do ano passado. No comparativo do segundo trimestre, a companhia saiu do prejuízo do ano passado de R$ 23,5 milhões e ficou com R$ 13,1 milhões neste ano.

As vendas trimestrais somaram R$ 201 milhões, três vezes maior que o segundo trimestre do ano passado.

AES Brasil (A1ES34) e BRF (BRFS3)

A AES Brasil Energia e a companhia de alimentos BRF anunciaram a formação de uma joint venture com controle compartilhado para a construção de um parque eólico para autogeração no Complexo Eólico Cajuína, Rio Grande do Norte.

A unidade terá capacidade instalada de 160 MWm, gerando 80 MWm a serem comercializados com a BRF por meio de contrato de compra e venda de energia de 15 anos.

O investimento estimado para o desenvolvimento do parque eólico é de aproximadamente R$ 5,2 milhões por MW instalado.

A BRF disse que investirá diretamente o valor aproximado de R$ 80 milhões, a ser desembolsado durante o desenvolvimento do projeto, com início das operações previsto para 2024.

Petrobras (PETR4)

A Petrobras está trabalhando com a companhia japonesa de engenharia Modec para evitar atrasos na implantação da quinta plataforma de produção do campo de Búzios, disse o gerente executivo do ativo.

A estatal brasileira propôs nove plataformas para Búzios, seu projeto de águas profundas com ritmo mais acelerado de crescimento, no plano de negócios 2021-2025. Quatro unidades já estão em operação, e uma quinta está programada para iniciar produção no segundo semestre de 2022.

O campo poderia suportar 12 plataformas do tipo FPSO na próxima década, disse Marcio Kahn, que chefia o projeto da Petrobras. Essas 12 unidades permitiriam à empresa ampliar a produção de petróleo em Búzios para mais de 2 milhões de barris por dia (bpd), ante cerca de 600 mil bpd atualmente.

“Búzios é uma assinatura, um campo enorme. Está muito alinhado com nossa estratégia”, disse Kahn.

A Modec deve entregar e operar a quinta FPSO no ano que vem, enquanto uma sexta instalação para Búzios deve chegar em 2024.

A Petrobras iniciou produção em Búzios em 2018, e desde então bombeou cerca de 400 milhões de barris. No ano passado, o campo foi responsável por 34% da produção de petróleo da companhia na região do pré-sal.

Jalles Machado (JALL3)

A Jalles Machado teve lucro líquido de R$ 115,7 milhões no primeiro trimestre da temporada 2021/22, revertendo prejuízo de R$ 16,9 milhões obtido no mesmo período da safra anterior.

A companhia também afirmou que em relação à possibilidade de quebra de safra devido ao menor regime de chuvas e geadas na região centro‐sul, os canaviais conseguiram escapar de prejuízos graças às áreas irrigadas.

“Estamos tranquilos em afirmar que, devido à capacidade de irrigação, que cobre 56,7% do total da área, e ao bom regime de chuvas, os canaviais da Jalles Machado não foram afetados.”

A empresa, uma das maiores produtoras de açúcar e etanol do Centro-Oeste do Brasil, ainda ressaltou que bateu recorde na moagem de cana-de-açúcar para um primeiro trimestre, com 2,11 milhões de toneladas, crescimento de 17%.

A receita líquida alcançou R$ 378,5 milhões, aumento de 86,8% ante o primeiro trimestre do ciclo anterior.

Cemig (CMIG4)

A elétrica estatal mineira Cemig reportou lucro líquido de R$ 1,94 bilhão no segundo trimestre de 2021, alta de 80% em relação a igual período do ano passado, apontando resultados positivos tanto nas operações de geração e transmissão quanto de distribuição.

O Ebitda ajustado foi de R$ 1,32 bilhão, avanço de 39,2% na comparação anual, acrescentou a Cemig em relatório.

A empresa disse que o resultado foi influenciado principalmente por um salto de 112,7% no Ebitda da Cemig GT, para R$ 1,7 bilhão, diante de fatores como um reconhecimento de R$ 910 milhões pelo ressarcimento do risco hidrológico.

A Cemig também reportou um avanço de 11,3% no Ebitda de sua unidade de distribuição, puxado por um aumento de 12,4% na energia distribuída e menor PECLD em função do reforço nas iniciativas de cobrança e alteração de metodologia.

Além disso, mencionou um crescimento de 85,7% no volume de gás vendido pela Gasmig frente ao segundo trimestre de 2020, “em função da forte recuperação do segmento industrial e despacho de térmicas”, em momento em que o Brasil atravessa grave crise hídrica e requer maior acionamento de usinas termelétricas.

As vendas de energia da Cemig atingiram 13.352 gigawatts-hora (GWh) no trimestre até junho, avanço de 4,2% no ano a ano, enquanto a receita líquida da empresa somou R$ 7,35 bilhões no período, aumento de 33,7%.

O Ebitda ajustado para os últimos doze meses somou R$ 909,6 milhões, alta de 37,7%.

A companhia disse que devido à continuidade da recuperação no preço do etanol durante o primeiro trimestre da safra optou por uma estratégia diferente da adotada historicamente e o biocombustível foi comercializado, em vez de ir para estoque.

AgroGalaxy (AGXY3)

A AgroGalaxy, uma das maiores empresas de insumos agrícolas no varejo, atingiu ao final de junho mais de R$ 1 bilhão em vendas por meios digitais, desde que o esquema foi implantado em outubro, e avalia que os sistemas poderão ajudar no aumento do faturamento da companhia, que busca ser consolidadora do mercado de revendas ainda bastante pulverizado.

A receita líquida da companhia atingiu R$ 4,74 bilhões em 12 meses encerrados em junho, com alta de 30% na comparação com o período anterior, também no embalo de preços e maiores volumes de vendas, informou a companhia.

Desde outubro, os clientes da empresa já podem fazer várias operações com auxílio digital, como autorização de faturamento de mercadorias, e em maio deste ano a companhia lançou um aplicativo específico, já usado por 3 mil dos 18 mil clientes da AgroGalaxy, afirmou o CEO, Welles Pascoal.

A companhia, além de atuar na venda de insumos, oferece uma série de serviços aos produtores agrícolas com os quais faz negócios, como armazenagem e secagem dos grãos recebidos, além de auxílio na comercialização dos produtos.

As vendas de insumos costumam representar cerca de dois terços da operação da AgroGalaxy, enquanto os negócios de grãos respondem pelo restante.

Em grãos, dois terços são referentes à originação junto aos produtores, enquanto um terço é obtido via “barter” (as tradicionais operações de travamento de vendas antecipadas de produtos agrícolas em troca de insumos).

A geração de caixa medida pelo Ebitda ajustado aumentou 67% em 12 meses, para R$ 294,5 milhões, com as vendas viabilizadas por meios digitais colaborando para diluir despesas, notou o diretor financeiro Mauricio Puliti, explicando que o indicador de 12 meses permite uma melhor visão do negócio, impactado por sazonalidades, como períodos de plantio e colheita.

No segundo trimestre, o Ebitda ajustado somou apenas R$ 2,5 milhões, por exemplo, enquanto a empresa registrou um prejuízo líquido de R$ 51,4 milhões. Em 12 meses, teve aumento de 81,6% no lucro líquido, para R$ 78,1 milhões.

Aliansce Sonae (ALSO3)

A Aliansce Sonae lançou a Alsotech, plataforma de e-commerce. O investimento previsto para os próximos três anos no software é de R$ 200 milhões.

PagSeguro (PAGS34)

O PagSeguro Internet teve a aprovação do Banco Central para uma cisão parcial do patrimônio. As parcelas cindidas foram destinadas para a holding, a R2Tech Informática e a Bivaco Holdings, também subsidiárias da PagSeguro.

Com a cisão, o patrimônio passou de R$ 5,231 bilhões para R$ 4,678 bilhões.

GetNinjas (NINJ3)

A Getninjas teve prejuízo líquido de R$ 17,8 milhões no segundo trimestre, revertendo lucro de R$ 282 mil do mesmo período do ano passado. Movimento financeiro que ocorre devido ao crescimento nas despesas operacionais, que subiram 269%, para R$ 33,3 milhões – devido ao crescimento no número de funcionários e despesas com marketing.

O Ebitda foi negativo em R$ 19,1 milhões, contra os R$ 569 mil no segundo trimestre de 2020.

IRB (IRBR3)

O IRB Brasil RE teve prejuízo líquido de R$ 206,9 milhões no segundo trimestre, menor do que a perda de R$ 656,7 milhões um ano antes, mas revertendo o lucro líquido de R$ 50,8 milhões no primeiro trimestre.

De acordo com a resseguradora, o resultado do período de abril a junho deste ano foi negativamente afetado pelos negócios descontinuados (run-off), com impacto de R$ 190,3 milhões, parcialmente compensados pelo efeito não recorrentes (one-offs) na ordem de 14,4 milhões de reais – despesa de tributos e administrativas que foram compensadas por crédito em impostos.

O índice de sinistralidade total ficou em 95,7%, abaixo dos 135,3% registrados no segundo trimestre do ano passado, mas acima dos 72,1% do primeiro trimestre deste ano.

O prêmio emitido no período somou R$ 2,16 bilhões, queda de 15,1% ano a ano. O prêmio ganho ficou quase estável, a R$ 1,73 bilhão, e o prêmio retido caiu 7%, para R$ 1,59 bilhão, na mesma base de comparação.

O resultado financeiro e patrimonial cresceu 81,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, para R$ 89,2 milhões.

BR Properties (BRPR3)

A BR Properties vendeu um galpão logístico, o qual faz parte do empreendimento “Galpão Cajamar”, que está com o término da construção previsto para o início do 2º trimestre de 2022, para o fundo de investimentos imobiliários VBI Logístico, representado pelo BTG Pactual.

A Alienação do imóvel corresponde à aproximadamente 24% da área locável total e será vendida por R$ 123 milhões, equivalente a R$ 3.452 por metro².

Ambipar (AMBP3)

A Ambipar informou lucro líquido de R$ 40,6 milhões no segundo trimestre, triplicando o valor do ano passado graças as aquisições realizadas desde o IPO.

A receita líquida somou R$ 356,2 milhões, alta de 126,8%, enquanto o Ebitda somou R$ 97,2 milhões, aumento de 108,1% sobre o mesmo período de 2020.

A empresa encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 961,4 milhões, aumento ante os R$ 309,2 milhões do ano anterior, fruto da compra da Disal.

Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEED4)

A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica informou que foi aprovado a saída da companhia do nível 1 da B3, e as ações passarão a ser negociadas no segmento básico de listagem da bolsa a partir de amanhã (18).

Espaçolaser (ESPA3)

A Espaçolaser informou prévias financeiras. Segundo a companhia, o lucro bruto teve alta de 25% no segundo trimestre, se comparado com o ano passado. Na mesma comparação, a receita líquida cresceu 50% e o Ebitda foi de 65%.

Mosaico (MOSI3)

A Mosaico informou que Maurício Cascão assumiu a cadeira de CEO da companhia. Ontem (16) também foi divulgado o balanço financeiro. O lucro líquido foi de R$ 3,7 milhões, queda de 73,5% se comparado com o lucro líquido trimestral de R$ 13,9 milhões do ano passado.

Já o Ebitda ajustado foi de R$ 5 milhões, tombo de 78,1% se comparado com os R$ 22,7 milhões entre abril e junho de 2020.

Boa Vista (BOAS3)

A Boa Vista quadruplicou o lucro líquido do segundo trimestre de 2021, fechando junho com R$ 22 milhões, se comparado com o ano passado com o lucro do ano anterior de R$ 4,2 milhões.

Ainda na mesma comparação, o Ebitda foi de R$ 75,8 milhões, 47,2% maior que os R$ 51,5 milhões conquistado no ano anterior.

WDC Networks (LVTC3)

A WDC Networks – que estrou na bolsa no último mês – apontou lucro líquido de R$ 25,2 milhões no segundo trimestre, 89,2% maior que o lucro de R$ 13,3 milhões do ano passado.

Já o Ebitda ajustado foi de R$ 68,5 milhões, alta de 40,3% se comparado com os R$ 48,8 milhões conquistados no ano anterior.

Hidrovias do Brasil (HBSA3)

O lucro líquido da Hidrovias do Brasil foi de R$ 97,8 milhões, saindo do prejuízo líquido que estava entre abril e junho de 2020 (R$ 7,4 milhões).

A companhia dobrou o Ebitda no comparativo anual, saindo de R$ 132 milhões no segundo trimestre do ano passado para R$ 273,1 milhões para este ano.

(Com Reuters)

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