Ibovespa segue Wall Street e fecha em queda de 2,22%

Os principais índices dos EUA tiveram baixas diante do impasse no Congresso sobre o teto da dívida do governo federal.

Diana Lott
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O Ibovespa fechou em baixa de 2,22%, a 110.393 pontos, acompanhando as bolsas norte-americanas. Os principais índices de Wall Street recuaram hoje (4) diante do impasse no Congresso sobre o teto da dívida do governo federal.

O Departamento do Tesouro estima que tem até 18 de outubro para que o limite de empréstimos de 28,4 trilhões de dólares do governo seja elevado pelos parlamentares; caso contrário, há o risco de calote da dívida, o que poderia gerar consequências econômicas catastróficas.

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O Dow Jones recuou 0,94%, a 34.002 pontos; o S&P 500 cedeu 1,30%, a 4.300 pontos; e o Nasdaq perdeu 2,14%, a 14.255 pontos.

Apple (AAPL), Microsoft (MSFT), Amazon (AMZO34) e Alphabet (GOOGL), as quatro empresas mais valiosas do mercado de ações dos EUA, recuaram mais de 2% cada. O Facebook (FB), a quinta empresa mais valiosa, teve firme queda de 4,89% depois que seu aplicativo, o Instagram e o WhatsApp saíram do ar para milhares de usuários, de acordo com o site Downdetector.com.

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Na Bolsa brasileira, a Petrobras (PETR3 e PETR4) foi a única companhia a registrar alta superior a 2%; os papéis subiram 2,44% e 2,82%, respectivamente. A valorização ocorreu na esteira do aumento dos preços do petróleo, que avançaram após a Opep+ (Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados) anunciar que elevará a produção de petróleo em 400.000 barris por dia (bpd) em novembro.

O dólar fechou o dia a R$ 5,4450 na venda, alta de 1,43%, e devolveu quase toda a queda de 1,47% da sexta-feira (1o) com preocupações com o cenário fiscal doméstico no radar dos investidores.

Segundo Alexandre Netto, chefe de câmbio da Acqua-Vero Investimentos, os mercados também estão repercutindo a série de reportagens “Pandora Papers”, que noticia a suposta ligação de líderes e autoridades de todo o mundo a riquezas acumuladas em paraísos fiscais. O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, são alguns dos nomes citados.

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