CEO da VW ainda vê sentido em carros com combustível fóssil na AL em 2035

Ele reiterou sua confiança na estratégia e no plano de negócios da Volkswagen, afirmando que a montadora era "igualmente competitiva no novo mundo como no antigo".

Redação
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Miquel Benitez/Getty Images
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O presidente-executivo da Volkswagen,, Herbert Diess, disse que estava confiante de que permaneceria no cargo até o ano que vem

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O presidente-executivo da Volkswagen,, Herbert Diess, disse nesta quarta-feira (10) que estava confiante de que permaneceria no cargo até o ano que vem, descartando as especulações de que ele poderia ser colocado de lado.

Diess, que enfrenta divergências com o conselho dos trabalhadores da Volkswagen sobre possíveis cortes, foi questionado em uma cúpula online organizada pelo jornal alemão Handelsblatt se ele acreditava que manteria seu posto, ao qual respondeu: “Sim, certamente”.

O relacionamento do executivo com o poderoso conselho trabalhista tem sido tenso sobre o quão radical é uma revisão que a principal montadora da Europa precisa para alcançar o domínio dos veículos elétricos.

Ele reiterou sua confiança na estratégia e no plano de negócios da Volkswagen, afirmando que a montadora era “igualmente competitiva no novo mundo como no antigo”.

Diess também rejeitou a promessa de fabricantes de automóveis, incluindo Daimler e General Motors na COP26, de trabalhar para eliminar os carros com motor de combustão interna até 2040.

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“Ainda pode fazer sentido usar carros com combustível sintético na América Latina em 2035”, afirmou.

Diess disse ao Handelsblatt que tal eliminação “não era possível”. “Precisamos de matérias-primas, novas minas, uma economia circular. A capacidade das baterias e a construção de redes de energia renováveis em toda a Europa serão o gargalo”, acrescentou.

A Volkswagen se comprometeu até agora a produzir veículos exclusivamente elétricos na Europa a partir de 2035, e a ter uma frota neutra de CO2 em todo o mundo até 2050.

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