Mercado de cripto ultrapassa R$ 16,5 trilhões e Bitcoin e Ether atingem novos recordes

Ether, a segunda maior moeda digital do mundo em capitalização de mercado, saltou mais de 4% nesta segunda-feira.

Robert Hart
Compartilhe esta publicação:
Eric Gaillard/Reuters
Eric Gaillard/Reuters

O Bitcoin também ganhou nesta manhã, subindo mais de 6% para US$ 66.095,00; a moeda tem uma capitalização de mercado de mais de US$ 1,2 trilhão

Acessibilidade


O mercado de criptomoedas ultrapassou os US$ 3 trilhões em valor na manhã de hoje (8), aproximadamente R$ 16,5 trilhões, à medida que os principais ativos, incluindo bitcoin e ether, atingiam novos recordes, aproveitando o ímpeto crescente, o interesse em moedas-meme e produtos baseados em criptografia.

Ether, a segunda maior moeda digital do mundo em capitalização de mercado, saltou mais de 4% nesta segunda-feira, para o recorde de US$ 4.782,00, de acordo com a plataforma de monitoramento CoinGecko.

Acompanhe em primeira mão o conteúdo do Forbes Money no Telegram

A capitalização de mercado geral do Ether é de cerca de US$ 560 bilhões, cerca de um quinto do mercado geral de criptomoedas, segundo a CoinGecko. Embora o valor do token tenha caído ligeiramente (menos de 1%) desde a alta de todos os tempos, sendo negociado por cerca de US$ 4.737 durante a elaboração desta reportagem.

O Bitcoin também ganhou nesta manhã, subindo mais de 6% para US$ 66.095,00. A moeda, que tem uma capitalização de mercado de mais de US$ 1,2 trilhão, está se aproximando do recorde de US$ 67.276 estabelecido no dia 20 de outubro.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

A XRP, a Cardanos e a dogecoin aumentaram 7%, 2% e 8%, respectivamente. A maioria dos ativos principais também saltou nas últimas 24 horas, apontou a CoinGecko, embora algumas criptos populares como Solana e Shiba Inu tenham caído cerca de 3% cada.

A maior parte do mercado de criptomoedas é composta de bitcoin e ether – cerca de 40% e 20%, respectivamente. O terceiro ativo na ordem de participação, Binance Coin, responde por menos de 4% do valor total.

O mercado de criptomoedas atingiu novas máximas durante a pandemia e despencou no início deste ano na esteira de uma repressão regulatória na China e das crescentes preocupações sobre o impacto ambiental do bitcoin, em parte causada pelo bilionário Elon Musk.

A mineração de bitcoin, processo pelo qual a criptomoeda é concedida por computadores que resolvem problemas matemáticos complexos, parou quase da noite para o dia na China após a restrição governamental.

Dados sugerem que a maioria das mineradoras agora se mudaram para os EUA, quebrando o domínio chinês de anos sobre a indústria. O setor tem se recuperado nas últimas semanas com o bitcoin atingindo um novo recorde histórico, em meio a um fervor de interesse em novos produtos como o fundo negociado em bolsa de futuros de bitcoin e tokens não fungíveis (NFTs).

Compartilhe esta publicação: